segunda-feira, 21 de maio de 2012

Dívida pública espanhola alcançará 79,8% do PIB.


Grande parte deste aumento será suportado pela administração centralA dívida pública espanhola alcançará 79,8% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2012, contra 68,5% no fim de 2011, anunciou o ministério da Fazenda em um comunicado, parte da apresentação no Congresso dos orçamentos gerais do Estado para 2012.

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A dívida pública passará de 68,5% do PIB no fim de 2011 a 79,8%, nível que continua abaixo dos 90,4% que serão registrados na média na Eurozona", destacou o ministério, no dia em que o ministro da Fazenda, Cristobal Montoro, comparece ao Congresso para apresentar o projeto.
"Grande parte deste aumento será suportado pela administração central", afirma o documento, segundo o qual a necessidade de endividamento do Estado para 2012 é 30% inferior a 2011.

Bancos privados elogiam estímulo do governo para economia

SÃO PAULO,  (Reuters) - Executivos dos maiores bancos privados do país elogiaram as medidas de estímulo à economia anunciadas nesta segunda-feira pelo ministro da Fazenda Guido Mantega.
"A disposição do governo em enfrentar o desafio do crescimento num contexto de incerteza global, com medidas estruturais e pontuais, como as anunciadas hoje, é muito bem vinda", afirmou o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, em nota.
"É uma medida bem vinda para o crescimento da economia", concordou o diretor corporativo e de controladoria do Itaú Unibanco, Rogério Calderón, a jornalistas, durante evento no Rio de Janeiro.
Mantega anunciou no início desta noite um conjunto de medidas de estímulo à indústria automotiva e ao setor de máquinas e equipamento.
As ações chegam num momento em que os próprios bancos já começam a dar sinais mais pessimistas sobre expansão do crédito este ano, mesmo com o ciclo de cortes da Selic e de juros bancários, movimento liderado por Banco do Brasil e Caixa Econômca Federal a partir de abril, e que foi seguido depois pelos bancos privados.
Nesta segunda-feira, Itaú e Santander deram sinais de que podem não conseguir atingir a previsão de crescimento de suas carteiras neste ano.
"Dezessete por cento está fora de contexto, 14 por cento ainda é possível atingir", disse Calderón a jornalistas, referindo-se, respectivamente, ao teto e ao piso da banda esperada para o estoque de financiamentos do banco em 2012.
O vice-presidente financeiro do Santander Brasil, Carlos Galán, disse que o banco mantém a previsão de expansão de sua carteira para 2012, de 15 a 17 por cento, mais que isso depende de o PIB brasileiro crescerá entre 4,5 e 5 por cento no segundo semestre do ano.
Galán também aprovou as medidas anunciadas pelo governo.
"Tudo que é redução de imposto é positivo é para o consumidor final. É lógico que podemos potencialmente vender mais", disse a jornalistas, após participar de evento.
(Por Aluisio Alves, com reportagem adicional de Juliana Schincariol e Rodrigo Viga Gaier, no Rio de Janeiro)

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