terça-feira, 19 de abril de 2011
A fragmentação da esquerda mundial.... é a vitória continua do neo-liberalismo
camaradas, há um debate, que nós socialistas revolucionários, não devemos fugir: que é a fragmentação que a esquerda mundial vem sofrendo nas últimas decadas.
esta fragmentção só tem fortalecidoo imperialismo, que tem conseguidoa cada nova crise, se sair ileso, e a classe trabalhadora, é quem tem arcado com os prejuízos; precisamos de uma alternativa, uma frente que possa unificar aqueles que querem de fato acabar com este sietema que a cada dia mais, tem nos tornado escravo do mercado.
esta fragmentção só tem fortalecidoo imperialismo, que tem conseguidoa cada nova crise, se sair ileso, e a classe trabalhadora, é quem tem arcado com os prejuízos; precisamos de uma alternativa, uma frente que possa unificar aqueles que querem de fato acabar com este sietema que a cada dia mais, tem nos tornado escravo do mercado.
INFORME PLR
PARANA - ACEITOU
CAMPINAS – REJEITOU
MATO GROSSO – REJEITOU
SERGIPE – REJEITOU
PERNAMBUCO – REJEITOU
SÃO JOSE DO RIO PRETO – REJEITOU
AMAZONAS – REJEITOU
VALE DO PARAIBA – REJEITOU
PARAIBA- REJEITOU
CAMPINAS
MATO
SERGIPE
PERNAMBUCO
SÃO
AMAZONAS
VALE
PARAIBA-
INFORME PLR
PARANA - ACEITOU
CAMPINAS – REJEITOU
MATO GROSSO – REJEITOU
SERGIPE – REJEITOU
PERNAMBUCO – REJEITOU
SÃO JOSE DO RIO PRETO – REJEITOU
AMAZONAS – REJEITOU
VALE DO PARAIBA – REJEITOU
PARAIBA- REJEITOU
CAMPINAS
MATO
SERGIPE
PERNAMBUCO
SÃO
AMAZONAS
VALE
PARAIBA-
TRAIÇÃO Á VISTA
Sindicato chama assembleia com indicativo, pela PLR, mas na verdade, se houver greve, esta será mais uma vez vendida, pois a atual gestão do nosso SINDICATO, já fez até pós-graduação em trairagem... não dá pra confiar....
quinta-feira, 14 de abril de 2011
INFORME 022 DA FENTECT, BRASÍLIA-DF 14/04/2011.
Reunião de negociação da PLR entre a FENTECT E A ECT 13-04-2011
Boa noite companheiros e companheiras, em reunião no dia de hoje foram apresentados os criterios de 2010 e 2011, quanto ao valor da PLR está dependendo do aval do DEST.
O coordenador de negociação da PLR, João Rocha relatou que a proposta final foi submetida na REDIR e aprovada, porém esta sendo submetido ao DEST (Departamento de Controle das Estatais).Porém os critérios estam sendo colocados na mesa, agora.
Critérios para o pagamento da PLR 2010
Licença maternidade-integral
Acidente de Trabalho /adoção-intregal
Licença tratamento de saúde 180 dias-integral, passando disto é proporcional.
Falta injustificadas desconto de 10% a cada falta, sobre os 70% da parcela individual.
Liberação de dirigente sindical com ou sem ônus-integral
Lei de greve-integral
Suspensão – 1 dia 25% 2 dia 50% 3 dia 75% 4 não recebe, cada dia perdem a parcela individual.
Justa causa-não recebe
Piso e teto 1 para 5
Contrato de experiência-não recebe
70 linear na parcela individual e 30% na parcela corporativa, ou seja, 30% esta garantido linear a todos as pessoas.
Critério para o pagamento da PLR – 2011
Inclusão do GCR, ou seja, para os trabalhadores que se enquadram no perfil qualificado e 100% e altamente qualificado, acima de 80%. Recebe 100% da parcela individual.
Os empregados que tendem a qualificação recebem 90% da parcela individual.
Os empregados não alinhados recebem 70% da parcela individual. Estes estão abaixo de 70%.
O coordenador de negociação da PLR , João Rocha relatou que a proposta final foi submetida na REDIR e aprovada porém esta sendo submetido ao DEST (Departamento de Controle das Estatais).
Licença maternidade-integral
Acidente de Trabalho /adoção-integral
Licença tratamento de saúde 180 dias-integral, passando disto é proporcional.
Falta injustificadas desconto de 10% a cada falta, sobre os 70 % da parcela individual.
Liberação de dirigente sindical com ou sem ônus-integral
Lei de greve-integral
Suspensão – 25% de perda da parcela individual a cada dia suspenso.
Justa causa-não recebe
Piso e teto 1 para 5
Contrato de experiência-não recebe
70% linear na parcela individual e 30% na parcela corporativa, ou seja, 30% esta garantido linear a todos as pessoas.
No final o membro da mesa senhor Luiz Eduardo (CE), disse que não esta autorizado a falar dos valores, porque não recebeu a autorização para apresentação da proposta.
Companheiros, nós da FENTECT iremos analisar e assim que fecharmos nossa análise nos iremos remeter as bases.
Entre em contato com o luta pela base. lutapelabase@bol.com.br telefone 4676 2700 cel. Oi 66574162- 20312702- RIBAMAR PASSOS
LUTA PELA BASE -SP INFORMATIVO DE OPOSIÇÃO Á DIREÇÃO DO SINTECT-SP N° 005 ABRIL DE 2011
INFORME 022 DA FENTECT, BRASÍLIA-DF 14/04/2011.
AOS SINDICATOS FILIADOS
AOS SINDICATOS FILIADOS
Companheiros(as), nesta quarta-feira, dia 13/04, aconteceu mais uma reunião de negociação
da PLR/2010. Nesta reunião o coordenador de negociação da PLR, Sr. João Rocha, relatou que a proposta
final foi submetida à REDIR – Reunião de Diretoria - e aprovada, porém a mesma foi submetida à
avaliação do DEST (Departamento de Controle das Estatais), que dará o aval final. A Comissão de
negociação da ECT apresentou os critérios para pagamento da PLR/2010, os quais seguem a baixo:
Critérios para o pagamento da PLR 2010
70% linear na parcela individual e 30% na parcela corporativa, ou seja, 30% está
garantido linear a todos as pessoas;
Licença maternidade, pagamento integral;
Acidente de Trabalho/licença adoção, pagamento integral;
Licença tratamento de saúde (auxílio doença) 180 dias, pagamento integral. Caso esta
licença ultrapasse os 180 dias no ano, o pagamento será proporcional aos dias
trabalhados;
Faltas injustificadas, desconto de 10% a cada falta sobre os 70% da parcela individual;
Liberação de dirigente sindical, com ou sem ônus, pagamento integral;
Lei de greve (greves nacionais e regionais que cumprirem os tramites legais),
pagamento integral;
Suspensão, perda de 25% a cada dia suspenso;
Demissão por justa causa, não recebe;
Diferença entre a menor e a maior PLR será de no máximo de 5 vezes;
Demissão no período de contrato de experiência, não recebe.
Critério para o pagamento da PLR – 2011
70% linear na parcela individual e 30% na parcela corporativa, ou seja, 30% está
garantido linear a todos as pessoas;
Licença maternidade, pagamento integral;
Acidente de Trabalho/licença adoção, pagamento integral;
Licença tratamento de saúde (auxílio doença) 180 dias, pagamento integral. Caso esta
licença ultrapasse os 180 dias no ano, o pagamento será proporcional aos dias
trabalhados;
Faltas injustificadas, desconto de 10% a cada falta sobre os 70% da parcela individual;
Liberação de dirigente sindical, com ou sem ônus, pagamento integral;
Lei de greve (greves nacionais e regionais que cumprirem os tramites legais),
pagamento integral;
Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas
de Correios, Telégrafos e Similares
End. : SDS Edi f . Venâncio “V” Bloco “R” loja n. º 60 - Brasí l ia/DF - CEP: 70393-904
e-mai l : fentect@uol .com.br - tel efax: . (061) 3323-8810 CNPJ 03.659.034/0001–80- Site: www.fentect.org.br
Suspensão, perda de 25% a cada dia suspenso;
Demissão por justa causa, não recebe;
Diferença entre a menor e a maior PLR será de no máximo de 5 vezes;
Demissão no período de contrato de experiência, não recebe.
Inclusão do GCR, ou seja, para os trabalhadores que se enquadram nas classificações:
Altamente qualificado e qualificado receberão 100% da parcela individual.
Os empregados que tendem a qualificado, recebem 90% da parcela individual;
Os empregados não alinhados recebem 70% da parcela individual.
Ao final da reunião o membro da Comissão da ECT, senhor Luiz Eduardo (CE), disse que não
está autorizado a falar sobre valores porque não recebeu a autorização para apresentação da proposta.
Disse ainda que até a próxima sexta-feira, 15/04, a empresa passará uma proposta de valores concreta.
A FENTECT, neste momento, mantém os sindicatos informados sobre o andamento das
negociações e assim que receber a proposta encaminhará a mesma para ser submetida às assembléias do
dia 19 de abril.
Saudações Sindicais,
José Rivaldo da Silva Alexandre Takachi de Sá Rogério Ferreira Ubine
Sec. Geral Sec. de Imprensa Sec. Relações Internacionais
Com. Nac. de Neg. Permanente Com. Nac. de Neg. Permanente Com. Nac. de Neg. Permanente
Francisco José Nunes Nilson Rodrigues dos Santos
Supl. Sec. Formação Sec. Nac. de Aposentados
Com.Nac. de Neg. Permanente Com. Nac. de Neg. Permanente
terça-feira, 5 de abril de 2011
SINDICATOS DECIDEM ENCAMINHAR GREVE GERAL POR TEMPO INDETERMINADO A PARTIR DE ZERO HORA DO DIA 27 DE ABRIL!!!
CONCURSO NÃO É PRIORIDADE DA GESTÃO DO PT NOS CORREIOS
Um projeto que reduz a desigualdade econômica entre homens e mulheres Em 2011 o Congresso pode votar o PL 6653/09 que estabelece normas, orientações e sugestões para combater a discriminação contra as mulheres nos locais de trabalho
No ano em que a mulher
assumiu o maior cargo
político do Brasil, as mulheres
podem conquistar mais
uma vitória. Provavelmente deverá
ser votado nos próximos meses
o Projeto de Lei 6653/2009, de
autoria da deputada federal Alice
Portugal (PCdoB-BA). O projeto
busca reduzir a desigualdade econômica
entre homens e mulheres.
O texto do projeto estabelece
normas, algumas apenas orientadoras
e outras sugestivas para
que se combata a discriminação
contra a mulher nos locais de trabalho.
É preciso que, cada vez mais,
a mulheres ocupem cargos de
comando nas empresa, sejam elas
públicas ou privadas. A desigualdade
econômica deixa a mulher em
uma posição delicada na sua relação
familiar, fica, em muitas vezes,
sem o poder de decisão dentro
de casa, e passível de submissão.
Apesar das mulheres representarem
50% da população bra-
Dia Internacional
DA MULHER
8 DE MARÇO
Secretaria Nacional
da Mulher Trabalhadora
da CUT
I G U A L D A D E !
FIM
DA V IOLÊN CIA!
CRECHES
PÚBLICAS
VALORIZAÇÃO
DO SALÁRIO MÍNIMO
Local e data:
C
M
Y
CM
MY
CY
CMY
K
Cartaz_Mulher_CUT_arte.pdf 1 18/02/11 15:44
Um projeto que reduz a desigualdade
econômica entre homens e mulheres
Em 2011 o Congresso pode votar o PL 6653/09 que estabelece normas, orientações e sugestões para combater a
discriminação contra as mulheres nos locais de trabalho
sileira, apenas 42,6% da força de
trabalho, composta de 86,7 milhões
de pessoas ocupadas, são
mulheres. Esses dados são da
Pesquisa Nacional por Amostra
de Domicílios (Pnad) 2009. Só
nesse item as mulheres já ficam
bem para trás dos homens, agora
quando comparamos com outras
informações as diferenças são ainda
maiores. Mesmo as mulheres
exercendo a mesma atividade ou
função de um homem sua remuneração
é 32,9% menor.
Um outro estudo realizado
pelo Ibope em 2010, aponta que
entre as 500 maiores empresas
do Brasil existem 1506 cargos de
diretoria, mas as mulheres só representam
13,7%, ou seja, apenas
207 mulheres são executivas nas
maiores empresas. Sendo que elas
representam 50% da população.
É preciso mudar essa história,
e a aprovação do PL 6653/09
é um começo. Não é tudo, mas é
uma importante ferramenta.
Outros projetos em pauta
No Congresso Nacional
existem outros projetos
que visam ampliar alguns
direitos para as mulheres. O projeto
de lei 5933/05, da deputada
federal Luci Choinacki (PT-SC)
assegura aposentadoria especial
para quem não tem renda própria
e se dedica exclusivamente ao trabalho
doméstico de seu lar. É um
projeto exclusivo para as famílias
de baixa renda.
O PL está aguardando análise
da Comissão de Seguridade Social
e Família. Esse é um projeto para
garantir também a emancipação
das mulheres, pois muitas vezes,
após 35 anos de casamento, o marido
vai embora e a mulher que se
dedicou uma vida inteira ao trabalho
doméstico fica sem qualquer
amparo legal. É preciso acompanhar
o andamento do PL e cobrar
sua aprovação pelos deputados
assumiu o maior cargo
político do Brasil, as mulheres
podem conquistar mais
uma vitória. Provavelmente deverá
ser votado nos próximos meses
o Projeto de Lei 6653/2009, de
autoria da deputada federal Alice
Portugal (PCdoB-BA). O projeto
busca reduzir a desigualdade econômica
entre homens e mulheres.
O texto do projeto estabelece
normas, algumas apenas orientadoras
e outras sugestivas para
que se combata a discriminação
contra a mulher nos locais de trabalho.
É preciso que, cada vez mais,
a mulheres ocupem cargos de
comando nas empresa, sejam elas
públicas ou privadas. A desigualdade
econômica deixa a mulher em
uma posição delicada na sua relação
familiar, fica, em muitas vezes,
sem o poder de decisão dentro
de casa, e passível de submissão.
Apesar das mulheres representarem
50% da população bra-
Dia Internacional
DA MULHER
8 DE MARÇO
Secretaria Nacional
da Mulher Trabalhadora
da CUT
I G U A L D A D E !
FIM
DA V IOLÊN CIA!
CRECHES
PÚBLICAS
VALORIZAÇÃO
DO SALÁRIO MÍNIMO
Local e data:
C
M
Y
CM
MY
CY
CMY
K
Cartaz_Mulher_CUT_arte.pdf 1 18/02/11 15:44
Um projeto que reduz a desigualdade
econômica entre homens e mulheres
Em 2011 o Congresso pode votar o PL 6653/09 que estabelece normas, orientações e sugestões para combater a
discriminação contra as mulheres nos locais de trabalho
sileira, apenas 42,6% da força de
trabalho, composta de 86,7 milhões
de pessoas ocupadas, são
mulheres. Esses dados são da
Pesquisa Nacional por Amostra
de Domicílios (Pnad) 2009. Só
nesse item as mulheres já ficam
bem para trás dos homens, agora
quando comparamos com outras
informações as diferenças são ainda
maiores. Mesmo as mulheres
exercendo a mesma atividade ou
função de um homem sua remuneração
é 32,9% menor.
Um outro estudo realizado
pelo Ibope em 2010, aponta que
entre as 500 maiores empresas
do Brasil existem 1506 cargos de
diretoria, mas as mulheres só representam
13,7%, ou seja, apenas
207 mulheres são executivas nas
maiores empresas. Sendo que elas
representam 50% da população.
É preciso mudar essa história,
e a aprovação do PL 6653/09
é um começo. Não é tudo, mas é
uma importante ferramenta.
Outros projetos em pauta
No Congresso Nacional
existem outros projetos
que visam ampliar alguns
direitos para as mulheres. O projeto
de lei 5933/05, da deputada
federal Luci Choinacki (PT-SC)
assegura aposentadoria especial
para quem não tem renda própria
e se dedica exclusivamente ao trabalho
doméstico de seu lar. É um
projeto exclusivo para as famílias
de baixa renda.
O PL está aguardando análise
da Comissão de Seguridade Social
e Família. Esse é um projeto para
garantir também a emancipação
das mulheres, pois muitas vezes,
após 35 anos de casamento, o marido
vai embora e a mulher que se
dedicou uma vida inteira ao trabalho
doméstico fica sem qualquer
amparo legal. É preciso acompanhar
o andamento do PL e cobrar
sua aprovação pelos deputados
Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas
de Correios, Telégrafos e Similares
End. : SDS Edi f . Venâncio “V” Bloco “R” loja n. º 60 - Brasí l ia/DF - CEP: 70393-904
e-mai l : fentect@uol .com.br - tel efax: . (061) 3323-8810 CNPJ 03.659.034/0001–80- Site: www.fentect.org.br
INFORME 016 DA FENTECT, BRASÍLIA-DF 30/03/2011.
AOS SINDICATOS FILIADOS
Companheiros(as), no dia de hoje, 30/03/2011, a Comissão Permanente de Negociação
da FENTECT esteve reunida com representantes da ECT, para tratar, conforme calendário de reuniões enviado no informe anterior (015), dos Critérios da PLR/2010.
A reunião se encerrou às 17h, sem definições. Amanhã, 31/03/2011, às 17h,
retornaremos à mesa de negociação para darmos continuidades às discussões dos Critérios.
Saudações Sindicais,
José Rivaldo da Silva Alexandre Takachi de Sá Osvaldo Cruz Brito dos Santos
Sec. Geral Sec. de Imprensa Sec. de Relações Internacionais
Com. Nac. de Neg. Permanente Com. Nac. de Neg. Permanente Com. Nac. de Neg. Permanente
Geraldo Francisco Rodrigues Francisco José Nunes Nilson Rodrigues dos Santos
Sec. de Política Sindical Supl. Sec. Formação Sec. Nac. de Aposentados
Com. Nac. de Neg. Permanente Com.Nac. de Neg. Permanente Com. Nac. de Neg. Permanente
de Correios, Telégrafos e Similares
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e-mai l : fentect@uol .com.br - tel efax: . (061) 3323-8810 CNPJ 03.659.034/0001–80- Site: www.fentect.org.br
INFORME 016 DA FENTECT, BRASÍLIA-DF 30/03/2011.
AOS SINDICATOS FILIADOS
Companheiros(as), no dia de hoje, 30/03/2011, a Comissão Permanente de Negociação
da FENTECT esteve reunida com representantes da ECT, para tratar, conforme calendário de reuniões enviado no informe anterior (015), dos Critérios da PLR/2010.
A reunião se encerrou às 17h, sem definições. Amanhã, 31/03/2011, às 17h,
retornaremos à mesa de negociação para darmos continuidades às discussões dos Critérios.
Saudações Sindicais,
José Rivaldo da Silva Alexandre Takachi de Sá Osvaldo Cruz Brito dos Santos
Sec. Geral Sec. de Imprensa Sec. de Relações Internacionais
Com. Nac. de Neg. Permanente Com. Nac. de Neg. Permanente Com. Nac. de Neg. Permanente
Geraldo Francisco Rodrigues Francisco José Nunes Nilson Rodrigues dos Santos
Sec. de Política Sindical Supl. Sec. Formação Sec. Nac. de Aposentados
Com. Nac. de Neg. Permanente Com.Nac. de Neg. Permanente Com. Nac. de Neg. Permanente
boletim mensageiro do sintect - RS
ASSEMBLÉIA DE PORTO ALEGRE
APROVA CALENDÁRIO DE LUTAS
Calendário de Lutas
nReunião de delegados sindicais e
ativisas todas as terças-feiras;
nDe 11 a 19 de abril, mobilizações e
assembléias no interior do Estado;
nDia 19 de abril - ato público e votação
do estado de greve;
nDia 26 de abril - assembléia geral para
deflagração de greve
Eixos da mobilização
nContra o novo Estatuto da ECT
n30 mil novas vagas - concurso já! fim
das terceirizações
nPLR linear para todos - R$ 2 mil
nRetorno imediato dos demitidos.
Anistia Já!
nContra o PCCS 2008.
PARTICIPE TAMBÉM DO SEMINÁRIO ESTADUAL DE
MULHERES - DIA 17 DE ABRIL
PAUTA: Aborto, Lei Maria da Penha, Gênero e
Raça. Sua presença é fundamental para
fortalecer a luta das mulheres trabalhadoras.
APROVA CALENDÁRIO DE LUTAS
Calendário de Lutas
nReunião de delegados sindicais e
ativisas todas as terças-feiras;
nDe 11 a 19 de abril, mobilizações e
assembléias no interior do Estado;
nDia 19 de abril - ato público e votação
do estado de greve;
nDia 26 de abril - assembléia geral para
deflagração de greve
Eixos da mobilização
nContra o novo Estatuto da ECT
n30 mil novas vagas - concurso já! fim
das terceirizações
nPLR linear para todos - R$ 2 mil
nRetorno imediato dos demitidos.
Anistia Já!
nContra o PCCS 2008.
PARTICIPE TAMBÉM DO SEMINÁRIO ESTADUAL DE
MULHERES - DIA 17 DE ABRIL
PAUTA: Aborto, Lei Maria da Penha, Gênero e
Raça. Sua presença é fundamental para
fortalecer a luta das mulheres trabalhadoras.
boletim conlutas /sp
ECT faturou no ano passado mais de 13 bilhões e ficou com um lucro líquido
acima dos 826 milhões, mas está querendo aplicar um novo golpe nos
trabalhadores, destinando para pagamento da PLR, somente 97 milhões.
O lucro foi atingido com
muito suor e sacrifício de
todos trabalhadores,
especialmente o pessoal de
nível básico (Carteiros,
OTT‘s, Atendentes,
Motoristas, Auxiliares
administrativos e outros),
pois foi processado no ano
em que faltou mais de 10
mil trabalhadores nos
quadros da empresa, que
expressa que produzimos
muito mais, para garantir
que não ocorresse um
apagão postal no país.
Por outro lado a direção
da empresa quer pagar
menos do que pagou no ano
passado! Isso é inaceitável.
E nós não vamos permitir
essa sacanagem da empresa
contra todos os
trabalhadores dos correios.
PLR DIFERENCIADA E DISCRIMINATÓRIA
Sindicatos de todo país exigem R$ 2.000,00 igual para todos
Além de destinar um valor menor para
pagamento da PLR/2010, a direção da
empresa quer pagar a PLR de forma
diferenciada e discriminatória. Diferenciada
porque quer pagar mais para a chefia e
menos para os trabalhadores.Discriminatória
porque deixa de fora os trabalhadores que
por ventura tiveram que faltar ao serviço ou
ficaram doentes com afastamento acima de
três meses. Isso é punir os trabalhadores
duas vezes, pois, já perderam os dias
quando faltaram ou ficou na dependência
do INSS devido ao seu problema de saúde
que a maioria é de doença profissional.Por
isso o Conselho de Representantes da
FENTECT, que é composto por um
representante de cada sindicato a nível
nacional, deliberou que a luta vai ser por
PLR de 2 mil reais, igual para todos sem
distinção.
Calendário de luta aprovado no CONSIN
• Entre os dias 21/03 a 08/04: Mobilização nas bases,
• Dia 11-04 : Envio de caravanas à Brasília:
• Dia 12-04 – Ato em frente ao prédio da ECT;
• Dia 13-04 – Ato em frente ao MINICOM
(ministério das comunicação);
• Dia 14-04 – Ato em frente à Casa Civil;
• Dia 19-04 : Assembléias para votar o Estado de
Greve
• Dia 26-04 : Assembléias para votar a Greve por
Tempo Indeterminado
Eixos de campanha: Contra as mudanças do Estatuto
– Concurso Público – PLR Linear - Melhores
Condições de Trabalho.
CONSIN APROVA GREVE
PELA PLR LINEAR PARA TODOS
acima dos 826 milhões, mas está querendo aplicar um novo golpe nos
trabalhadores, destinando para pagamento da PLR, somente 97 milhões.
O lucro foi atingido com
muito suor e sacrifício de
todos trabalhadores,
especialmente o pessoal de
nível básico (Carteiros,
OTT‘s, Atendentes,
Motoristas, Auxiliares
administrativos e outros),
pois foi processado no ano
em que faltou mais de 10
mil trabalhadores nos
quadros da empresa, que
expressa que produzimos
muito mais, para garantir
que não ocorresse um
apagão postal no país.
Por outro lado a direção
da empresa quer pagar
menos do que pagou no ano
passado! Isso é inaceitável.
E nós não vamos permitir
essa sacanagem da empresa
contra todos os
trabalhadores dos correios.
PLR DIFERENCIADA E DISCRIMINATÓRIA
Sindicatos de todo país exigem R$ 2.000,00 igual para todos
Além de destinar um valor menor para
pagamento da PLR/2010, a direção da
empresa quer pagar a PLR de forma
diferenciada e discriminatória. Diferenciada
porque quer pagar mais para a chefia e
menos para os trabalhadores.Discriminatória
porque deixa de fora os trabalhadores que
por ventura tiveram que faltar ao serviço ou
ficaram doentes com afastamento acima de
três meses. Isso é punir os trabalhadores
duas vezes, pois, já perderam os dias
quando faltaram ou ficou na dependência
do INSS devido ao seu problema de saúde
que a maioria é de doença profissional.Por
isso o Conselho de Representantes da
FENTECT, que é composto por um
representante de cada sindicato a nível
nacional, deliberou que a luta vai ser por
PLR de 2 mil reais, igual para todos sem
distinção.
Calendário de luta aprovado no CONSIN
• Entre os dias 21/03 a 08/04: Mobilização nas bases,
• Dia 11-04 : Envio de caravanas à Brasília:
• Dia 12-04 – Ato em frente ao prédio da ECT;
• Dia 13-04 – Ato em frente ao MINICOM
(ministério das comunicação);
• Dia 14-04 – Ato em frente à Casa Civil;
• Dia 19-04 : Assembléias para votar o Estado de
Greve
• Dia 26-04 : Assembléias para votar a Greve por
Tempo Indeterminado
Eixos de campanha: Contra as mudanças do Estatuto
– Concurso Público – PLR Linear - Melhores
Condições de Trabalho.
CONSIN APROVA GREVE
PELA PLR LINEAR PARA TODOS
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Meta da direção dos Correios para aumentar a exploração dos trabalhadores
A direção da ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos) está se recusando a pagar a PLR aos trabalhadores. As negociações entre a comissão da empresa e a Fentect (Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios) estão em um impasse, devido à intransigência da direção dos Correios.
A proposta da empresa é pagar um valor ainda menor do que o do ano passado, R$ 755,00, para a esmagadora maioria dos trabalhadores, cerca de 80 mil, enquanto que no máximo 500 pessoas da cúpula da empresa ganhariam quase R$ 4 mil. Isso, se acreditarmos na palavra da direção da empresa, pois, nos últimos anos, o alto escalão da empresa tem ganhado R$ 40 mil de PLR. Aqueles que verdadeiramente produzem, que são a maioria dos trabalhadores que estão nos setores de trabalho, vão ter que se contentar com uma merreca.
Além de querer pagar esse valor minúsculo de PLR (Participação nos Lucros e Resultados), a direção da ECT ainda quer impor critérios para punir e deixar milhares de funcionários sem o pagamento. Para receber a PLR, o trabalhador não poderá faltar, ficar doente, reivindicar melhorias com o chefe, muito menos fazer greve. Em nome desses critérios, a direção da empresa quer escravizar ainda mais a categoria, que está se matando nos setores em todo o País.
Não bastasse toda a escravidão, a Diretoria regional de São Paulo Metropolitana (DR/SPM), a maior DR de todo o País, está utilizando uma política para pressionar ainda mais a categoria. Em todos os setores a direção da empresa está divulgando a meta orçamentária de 2011, de R$ 6,8 bilhões. Isso significa mais exploração dos trabalhadores nos setores.
Enquanto quer impor critérios e pagar uma merreca de PLR, a direção da empresa cinicamente faz a propaganda de que os trabalhadores são importantes para atingir a meta bilionária. O “reconhecimento” dos patrões só serve para sugar ainda mais os trabalhadores para gerar lucros bilionários. Na hora de pagar, no entanto, os trabalhadores são tratados como vagabundos e marginais pelos patrões, que não querem dar nem R$ 1.000 aos funcionários, que perto dos valores bilionários parecem uma gorjeta.
Se apenas a DR/SPM é capaz de gerar R$ 6,8 bilhões de orçamento, por que os trabalhadores deveriam acreditar nos números apresentados para o pagamento da PLR? Fica ainda mais difícil de aceitar os míseros R$ 97 milhões que a empresa tem para distribuir entre os 110 mil funcionários.
Está claro que a direção da ECT está preparando um golpe contra os trabalhadores, como vem fazendo em todas as oportunidades. A categoria não deve abrir mão de sua reivindicação de no mínimo R$ 2 mil de PLR para todos.
DO SITIO DO PCO
A proposta da empresa é pagar um valor ainda menor do que o do ano passado, R$ 755,00, para a esmagadora maioria dos trabalhadores, cerca de 80 mil, enquanto que no máximo 500 pessoas da cúpula da empresa ganhariam quase R$ 4 mil. Isso, se acreditarmos na palavra da direção da empresa, pois, nos últimos anos, o alto escalão da empresa tem ganhado R$ 40 mil de PLR. Aqueles que verdadeiramente produzem, que são a maioria dos trabalhadores que estão nos setores de trabalho, vão ter que se contentar com uma merreca.
Além de querer pagar esse valor minúsculo de PLR (Participação nos Lucros e Resultados), a direção da ECT ainda quer impor critérios para punir e deixar milhares de funcionários sem o pagamento. Para receber a PLR, o trabalhador não poderá faltar, ficar doente, reivindicar melhorias com o chefe, muito menos fazer greve. Em nome desses critérios, a direção da empresa quer escravizar ainda mais a categoria, que está se matando nos setores em todo o País.
Não bastasse toda a escravidão, a Diretoria regional de São Paulo Metropolitana (DR/SPM), a maior DR de todo o País, está utilizando uma política para pressionar ainda mais a categoria. Em todos os setores a direção da empresa está divulgando a meta orçamentária de 2011, de R$ 6,8 bilhões. Isso significa mais exploração dos trabalhadores nos setores.
Enquanto quer impor critérios e pagar uma merreca de PLR, a direção da empresa cinicamente faz a propaganda de que os trabalhadores são importantes para atingir a meta bilionária. O “reconhecimento” dos patrões só serve para sugar ainda mais os trabalhadores para gerar lucros bilionários. Na hora de pagar, no entanto, os trabalhadores são tratados como vagabundos e marginais pelos patrões, que não querem dar nem R$ 1.000 aos funcionários, que perto dos valores bilionários parecem uma gorjeta.
Se apenas a DR/SPM é capaz de gerar R$ 6,8 bilhões de orçamento, por que os trabalhadores deveriam acreditar nos números apresentados para o pagamento da PLR? Fica ainda mais difícil de aceitar os míseros R$ 97 milhões que a empresa tem para distribuir entre os 110 mil funcionários.
Está claro que a direção da ECT está preparando um golpe contra os trabalhadores, como vem fazendo em todas as oportunidades. A categoria não deve abrir mão de sua reivindicação de no mínimo R$ 2 mil de PLR para todos.
DO SITIO DO PCO
Em reunião com o Planalto, CSP-Conlutas defende punição às empreiteiras
Atnágoras Lopes defendeu o cancelamento dos contratos do governo com as empreiteiras que desrespeitam a legislação trabalhista, e cobrou maior fiscalização das obras

• A CSP-Conlutas esteve na manhã desse dia 29 de março em uma reunião chamada pelo governo com as centrais sindicais e representantes das empreiteiras das obras do PAC, o Plano de Aceleração do Crescimento. A reunião, convocada pelo ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, teve como pauta as revoltas operárias que viraram de ponta cabeça alguns dos principais canteiros de obras do PAC.
As rebeliões operárias causaram comoção a partir das manifestações no canteiro da usina Jirau, em Rondônia. A revolta se espalhou e hoje 80 mil trabalhadores da construção civil de obras do PAC estão paralisados em todo o país. De forma geral, denunciam as condições subumanas que vigoram nos canteiros comandados por grandes empreiteiras.
“Na reunião com o governo, defendemos a punição severa das empreiteiras que superexploram os trabalhadores e descumprem a legislação trabalhista”, afirmou Atnágoras Lopes, dirigente da CSP-Conlutas, que esteve na reunião junto com Zé Maria. Atnágoras é também dirigente da Construção Civil de Belém. Participaram ainda da reunião, da parte dos trabalhadores, representantes da CUT, Força Sindical, CGTB, NCST e a CTB, além do Sindicato Nacional da Construção Pesada.
| Da redação |
• A CSP-Conlutas esteve na manhã desse dia 29 de março em uma reunião chamada pelo governo com as centrais sindicais e representantes das empreiteiras das obras do PAC, o Plano de Aceleração do Crescimento. A reunião, convocada pelo ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, teve como pauta as revoltas operárias que viraram de ponta cabeça alguns dos principais canteiros de obras do PAC.
As rebeliões operárias causaram comoção a partir das manifestações no canteiro da usina Jirau, em Rondônia. A revolta se espalhou e hoje 80 mil trabalhadores da construção civil de obras do PAC estão paralisados em todo o país. De forma geral, denunciam as condições subumanas que vigoram nos canteiros comandados por grandes empreiteiras.
“Na reunião com o governo, defendemos a punição severa das empreiteiras que superexploram os trabalhadores e descumprem a legislação trabalhista”, afirmou Atnágoras Lopes, dirigente da CSP-Conlutas, que esteve na reunião junto com Zé Maria. Atnágoras é também dirigente da Construção Civil de Belém. Participaram ainda da reunião, da parte dos trabalhadores, representantes da CUT, Força Sindical, CGTB, NCST e a CTB, além do Sindicato Nacional da Construção Pesada.
participar dos movimentos sociais não é crime!
Nos 47 anos do golpe, ato denuncia prisões e exige o fim da criminalização dos movimentos sociais

Ato na Faculdade de Direito da UFRJ reuniu 350 pessoas entre ativistas, parlamentares e personalidades jurídicas

• Na noite desse 31 de março, cerca de 350 pessoas, entre ativistas, estudantes, representantes de entidades de classe e de Direitos Humanos, parlamentares e personalidades jurídicas lotaram o auditório da Faculdade de Direito da UFRJ no ato público contra a prisão e indiciamento dos 13 manifestantes no protesto contra Obama.
A data não poderia ser mais propícia, já que no dia completavam 47 anos do golpe de Estado que impôs um regime de exceção no país. Assim, o ato pelo arquivamento do processo contra os ativistas se transformou num ato contra a criminalização dos movimentos sociais e da pobreza. O local também foi simbólico, já que ali, como lembrou Cecília Coimbra, do Grupo Tortura Nunca Mais, reuniram-se há exatos 47 anos, estudantes universitários para resistir ao golpe militar.
Apoios
A grande e variada presença de representações de associações, entidades e partidos de diversos segmentos e ideologias demonstrou a indignação gerada pelas prisões arbitrárias. Estiveram presentes parlamentares como o deputado federal Chico Alencar, e a deputada estadual Janira Rocha, ambos do PSOL, além de Paulo Ramos, estadual do PDT.
Compareceram ainda representantes do mundo jurídico, como o advogado e ex-governador do Rio, Nilo Batista, o histórico defensor dos presos políticos da ditadura, advogado Marcelo Cerqueira, o juiz Dr. Rubens Casara, da Associação dos Juízes pela Democracia, Aderson Bussinger, representando a Comissão de Direitos Humanos da OAB-RJ, entre outros.
Também estiveram lá várias entidades sindicais, como as centrais CSP-Conlutas e a CTB, e sindicatos como o Sindsprev, Sindicato dos Correios, Sindscope, Sindjustiça, Sindpetro-RJ, além de associações como a Associação Brasileira de Imprensa e a Associação dos Moradores do Morro do Bumba, região afetada pelas chuvas e pelo descaso do Estado. De partidos, marcaram presença o PSOL, PCB e PCR.
Criminalização
Não é difícil entender o grande número e variedade da presença no ato. Como demonstrou várias falas, o que está em jogo não são apenas os 15 processos contra os manifestantes detidos, mas um processo avançado de criminalização dos movimentos sociais e da pobreza.
O ex-governador Nilo Batista advertiu que as prisões não são um fato isolado, mas um sintoma do que já vem ocorrendo no país. “O projeto neoliberal não pressupõe apenas a flexibilização das leis trabalhistas, mas a flexibilização das próprias liberdades democráticas, do código penal”, discursou.
Ele apontou o avanço do fascismo através do Código Penal, do Sistema Prisional, caracterizando cada vez mais o Estado brasileiro como um Estado policial. “Hoje, se tortura, se mata e se prende mais que no período da ditadura”, afirmou.
O deputado do PSOL, Chico Alencar, denunciou as arbitrariedades das prisões e relatou seu espanto quando ouviu o menor preso na manifestação. O garoto lhe contou da situação pelo qual passou no centro de Triagem na Ilha do Governador, afirmando que mais do que o susto da prisão, temeu os gritos de tortura que ouvia.
Já o deputado Paulo Ramos (PDT), acusou os governos Federal e Estadual pelo que chamou de “caráter fascista” do Estado. ”No Rio de Janeiro, temos um governo fascista, que tem uma política de segurança pública que se baseia na criminalização e no extermínio dos marginalizados”, afirmou.
O juiz Dr. Rubens Casara, coordenador da Associação dos Juízes pela Democracia, se disse “envergonhado” pelo processo contra os ativistas. “Como juiz de direito criminal, tenho que falar. Meu sentimento é de vergonha, que está me angustiando de participar de uma instituição que é historicamente utilizada param manter o status quo”, chegou a declarar.
O histórico advogado Marcelo Cerqueira falou sobre sua contrariedade em, em plena democracia, ainda ter que ver presos políticos. “Os últimos presos políticos que tivemos fomos 13 estudantes em Santa Catarina que xingaram o Figueiredo, acreditava que esse seriam os últimos”, disse, afirmando ainda que se deve processar o diretor do presídio que mandou raspar a cabeça dos presos que foram para Água Santa.
Ato na Faculdade de Direito da UFRJ reuniu 350 pessoas entre ativistas, parlamentares e personalidades jurídicas
| Da redação |
• Na noite desse 31 de março, cerca de 350 pessoas, entre ativistas, estudantes, representantes de entidades de classe e de Direitos Humanos, parlamentares e personalidades jurídicas lotaram o auditório da Faculdade de Direito da UFRJ no ato público contra a prisão e indiciamento dos 13 manifestantes no protesto contra Obama.
A data não poderia ser mais propícia, já que no dia completavam 47 anos do golpe de Estado que impôs um regime de exceção no país. Assim, o ato pelo arquivamento do processo contra os ativistas se transformou num ato contra a criminalização dos movimentos sociais e da pobreza. O local também foi simbólico, já que ali, como lembrou Cecília Coimbra, do Grupo Tortura Nunca Mais, reuniram-se há exatos 47 anos, estudantes universitários para resistir ao golpe militar.
Apoios
A grande e variada presença de representações de associações, entidades e partidos de diversos segmentos e ideologias demonstrou a indignação gerada pelas prisões arbitrárias. Estiveram presentes parlamentares como o deputado federal Chico Alencar, e a deputada estadual Janira Rocha, ambos do PSOL, além de Paulo Ramos, estadual do PDT.
Compareceram ainda representantes do mundo jurídico, como o advogado e ex-governador do Rio, Nilo Batista, o histórico defensor dos presos políticos da ditadura, advogado Marcelo Cerqueira, o juiz Dr. Rubens Casara, da Associação dos Juízes pela Democracia, Aderson Bussinger, representando a Comissão de Direitos Humanos da OAB-RJ, entre outros.
Também estiveram lá várias entidades sindicais, como as centrais CSP-Conlutas e a CTB, e sindicatos como o Sindsprev, Sindicato dos Correios, Sindscope, Sindjustiça, Sindpetro-RJ, além de associações como a Associação Brasileira de Imprensa e a Associação dos Moradores do Morro do Bumba, região afetada pelas chuvas e pelo descaso do Estado. De partidos, marcaram presença o PSOL, PCB e PCR.
Criminalização
Não é difícil entender o grande número e variedade da presença no ato. Como demonstrou várias falas, o que está em jogo não são apenas os 15 processos contra os manifestantes detidos, mas um processo avançado de criminalização dos movimentos sociais e da pobreza.
O ex-governador Nilo Batista advertiu que as prisões não são um fato isolado, mas um sintoma do que já vem ocorrendo no país. “O projeto neoliberal não pressupõe apenas a flexibilização das leis trabalhistas, mas a flexibilização das próprias liberdades democráticas, do código penal”, discursou.
Ele apontou o avanço do fascismo através do Código Penal, do Sistema Prisional, caracterizando cada vez mais o Estado brasileiro como um Estado policial. “Hoje, se tortura, se mata e se prende mais que no período da ditadura”, afirmou.
O deputado do PSOL, Chico Alencar, denunciou as arbitrariedades das prisões e relatou seu espanto quando ouviu o menor preso na manifestação. O garoto lhe contou da situação pelo qual passou no centro de Triagem na Ilha do Governador, afirmando que mais do que o susto da prisão, temeu os gritos de tortura que ouvia.
Já o deputado Paulo Ramos (PDT), acusou os governos Federal e Estadual pelo que chamou de “caráter fascista” do Estado. ”No Rio de Janeiro, temos um governo fascista, que tem uma política de segurança pública que se baseia na criminalização e no extermínio dos marginalizados”, afirmou.
O juiz Dr. Rubens Casara, coordenador da Associação dos Juízes pela Democracia, se disse “envergonhado” pelo processo contra os ativistas. “Como juiz de direito criminal, tenho que falar. Meu sentimento é de vergonha, que está me angustiando de participar de uma instituição que é historicamente utilizada param manter o status quo”, chegou a declarar.
O histórico advogado Marcelo Cerqueira falou sobre sua contrariedade em, em plena democracia, ainda ter que ver presos políticos. “Os últimos presos políticos que tivemos fomos 13 estudantes em Santa Catarina que xingaram o Figueiredo, acreditava que esse seriam os últimos”, disse, afirmando ainda que se deve processar o diretor do presídio que mandou raspar a cabeça dos presos que foram para Água Santa.
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