quinta-feira, 27 de outubro de 2011
O MOVIMENTO SINDICAL DOS TRABALHADORES...TEM QUE SER INDEPENDENTE DOS GOVERNOS E PATRÕES...
Estamos vivendo em um governo fascistoide,onde um bando de sindicalista traidores, tentam vender a classe trabalhadora, em troca de cargos no governo e na direção das empresas, isto para os marxista-leninista, não é surpresa nenhuma, para nós trotskistas, nada mais é do o cumprimento fiel das teses sobre as frentes populares, que na verdade, são governos oriundo do seio da classe trabalhadora, eleitos pela classe trabalhadora, mas que governam para os RICOS...portanto nós trabalhadores que temos esta clareza, não podemos, ficar chorando pelos cantos, pelo contrário este é o momento, de discutirmos com a classe trabalhadora, que não adianta simplesmente eleger um parlamentar ou um governador ou presidente, se este não tiver como principalmente eixo de seu programa a luta pelo socialismo, este é, no meu ponto de vista desde a abertura democrática, 1985, o melhor político da esquerda brasileira, o momento em que a classe trabalhadora,está tendo uma experiência verdadeira, com os governos operário-burguês, se é que podemos chamar assim este governo do PT/PCdoB/PMDB, que uma reedição do governo do PSDB/PFL/PMDB, DE 1994, POR QUE AO MEU VER este é mais um governo verdadeiramente burguês, embora, o PARTIDO DOS TRABALHADORES SEJA ORIUNDO DA CLASSE....
Acredito que a esquerda revolucionária do Brasil ,tem uma enorme tarefa pela frente, que é a tarefa, de tentar uma unificação em 2012, dos partidos que ainda se colocam na defesa verdadeira do socialismo, que ainda não se curvaram perante o capital, que não tem suas campanhas financiadas pelas empreiteiras e banqueiros, que estão nas direções dos sindicatos, mas que não se vendem para o patronato...O MOMENTO É DE CHAMARMOS UMA FRENTE, QUE UNIFIQUE A ESQUERDA, EM 2012 EM PROL DE CANDIDATURAS SOCIALISTA , DE DEFESA DA CLASSE TRABALHADORA, PARA AS CÂMARAS MUNICIPAIS, E PREFEITURAS DE TODO O BRASIL...MAS QUE NÃO FIQUE POR AÍ,QUE VENHA PARA AS RUAS, DISCUTIR COM OS TRABALHADORES, E ESTUDANTES, OS SEUS PROBLEMAS...E ENCAMINHEM SUAS LUTAS COTIDIANAS...
O MOMENTO, É DE COMEÇARMOS A DISCUTIR COM OS TRABALHADORES OS RUMOS QUE O GOVERNO DO PT ESTÁ TOMANDO, E CASO ELES NÃO FAÇAM UMA AUTO CRITICA E NÃO MUDE SUA POLÍTICA, DE ATAQUE A CLASSE TRABALHADORA, VAMOS TODOS JUNTOS E EM UMA SÓ VOZ ...GRITARMOS FORA DILMA E SEU GOVERNO TRAIDOR......REPLETO DE CORRUPTOS
"Nós representamos uma minoria. Nessas condições não se pode nem sequer falar do emprego da violência de nossa parte. É preciso ensinar as massas a desconfiar dos conciliadores e defensistas [11]. É preciso aclarar a situação pacientemente. O êxito desta política imposta pela situação é certo e nos conduzirá à ditadura do proletariado, e, com ela, à superação do regime burguês. Romperemos completamente com o capital, publicaremos seus tratados secretos e chamaremos os operários de todo o mundo a romper com a burguesia e pôr fim à guerra. Iniciaremos a revolução internacional. Só o triunfo desta( CLASSE TRABALHADORA) consolidará o nosso e assegurará o caminho para o regime socialista”
Lênin e as ‘Teses de Abril’
SÓ A LUTA MUDA A VIDA
ATÉ A VITÓRIA,, SEMPRE NA LUTA...
Acredito que a esquerda revolucionária do Brasil ,tem uma enorme tarefa pela frente, que é a tarefa, de tentar uma unificação em 2012, dos partidos que ainda se colocam na defesa verdadeira do socialismo, que ainda não se curvaram perante o capital, que não tem suas campanhas financiadas pelas empreiteiras e banqueiros, que estão nas direções dos sindicatos, mas que não se vendem para o patronato...O MOMENTO É DE CHAMARMOS UMA FRENTE, QUE UNIFIQUE A ESQUERDA, EM 2012 EM PROL DE CANDIDATURAS SOCIALISTA , DE DEFESA DA CLASSE TRABALHADORA, PARA AS CÂMARAS MUNICIPAIS, E PREFEITURAS DE TODO O BRASIL...MAS QUE NÃO FIQUE POR AÍ,QUE VENHA PARA AS RUAS, DISCUTIR COM OS TRABALHADORES, E ESTUDANTES, OS SEUS PROBLEMAS...E ENCAMINHEM SUAS LUTAS COTIDIANAS...
O MOMENTO, É DE COMEÇARMOS A DISCUTIR COM OS TRABALHADORES OS RUMOS QUE O GOVERNO DO PT ESTÁ TOMANDO, E CASO ELES NÃO FAÇAM UMA AUTO CRITICA E NÃO MUDE SUA POLÍTICA, DE ATAQUE A CLASSE TRABALHADORA, VAMOS TODOS JUNTOS E EM UMA SÓ VOZ ...GRITARMOS FORA DILMA E SEU GOVERNO TRAIDOR......REPLETO DE CORRUPTOS
"Nós representamos uma minoria. Nessas condições não se pode nem sequer falar do emprego da violência de nossa parte. É preciso ensinar as massas a desconfiar dos conciliadores e defensistas [11]. É preciso aclarar a situação pacientemente. O êxito desta política imposta pela situação é certo e nos conduzirá à ditadura do proletariado, e, com ela, à superação do regime burguês. Romperemos completamente com o capital, publicaremos seus tratados secretos e chamaremos os operários de todo o mundo a romper com a burguesia e pôr fim à guerra. Iniciaremos a revolução internacional. Só o triunfo desta( CLASSE TRABALHADORA) consolidará o nosso e assegurará o caminho para o regime socialista”
Lênin e as ‘Teses de Abril’
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terça-feira, 25 de outubro de 2011
Padre Josimo, mártir da luta pela Reforma Agrária, artigo de Frei Gilvander Moreira | Portal EcoDebate
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Após reunião com Dilma, Orlando diz que fica no cargo O ministro disse que apresentou à presidenta um relatório contestando ponto a ponto as denúncias feitas pelo policial militar João Dias
Brasília – Terminou há pouco a reunião da presidenta Dilma Rousseff com o ministro do Esporte, Orlando Silva. Ao final do encontro, no Palácio do Planalto, que começou às 19h, o ministro disse que apresentou à presidenta um relatório contestando ponto a ponto as denúncias feitas pelo policial militar João Dias Ferreira em reportagem da revista Veja.
Nós conseguimos provar a atitude correta que temos no Ministério do Esporte, disse Orlando Silva. O ministro também falou que ofereceu a quebra do sigilo bancário, fiscal e telefônico, segundo ele, “porque quer a transparência máxima”.
De acordo com Orlando Silva, a presidenta Dilma sugeriu serenidade e paciência e reafirmou “confiança e solidariedade”. A parte final da reunião de cerca de uma hora e meia, segundo o ministro, foi dedicada a assuntos do ministério.
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Vereador diz levar vida de príncipe com dinheiro público Lima postou em sua página no Facebook que estava comemorando o fato de estar hospedado em um hotel três estrelas, com tudo pago com dinheiro público
Aracaju - O vereador de Taubaté (SP) Rodson Lima (PP), 49, confirmou, em Aracaju, que está na capital sergipana "tendo uma vida de príncipe". Ele participou do XVIII Encontro da Associação Brasileira das Escolas do Legislativo de Contas (ABEC), cujo tema é Planejamento Estratégico: gestão eficiente. O evento acontece no Aquarius Hotel, que fica na praia de Atalaia. Lima postou em sua página no Facebook que estava comemorando o fato de estar hospedado em um hotel três estrelas, com tudo pago com dinheiro público. Segundo ele, todos os políticos viajam como dinheiro público.
"A presidente Dilma Roussef estava na África com o dinheiro público. Senadores viajam com qual dinheiro? Com o público. Só que eles não têm coragem de falar isso. Eu quis falar, então pessoas maldosas não entenderam e acabaram distorcendo o que eu disse. Sou eternamente grato, porque é o povo que me proporciona isso", disse o vereador.
Apesar de já está inelegível e respondendo a 14 processos na Justiça Eleitoral, Rodson de Lima, afirmou que se o povo de Taubaté desejar, ele será reeleito novamente. Rodson já é vereador há 14 legislaturas. "Sou oriundo da classe baixa, tenho um escritório, ambulância, caminhão de mudança para o povo. Sou caminhoneiro, estou vereador. Eu seria um demente se fosse escarnecer desse povo que me ajuda", disse.
"Aracaju é muito melhor que eu esperava. Povo hospitaleiro, sol ardendo", destacou. Rodson ressaltou que a cidade é muito hospitaleira e que pretende retornar com a família.
Questionado se era o príncipe personagem de Exupéry (O Pequeno Príncipe) ou de Maquiavel (O Príncipe), Rodson foi taxativo: "Eu sou o de Exupéry que se tornou um grande príncipe. Ele descobriu que o mundo não é tão pequeno como ele pensava. Que o mundo tem coisas boas, como Aracaju e Sergipe". O vereador disse que usou o transporte coletivo e ficou impressionado com o sistema integrado, em que o passageiro pode pagar apenas uma passagem e circular por toda cidade, desde que pare dentro dos terminais.
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Chile: estudantes deixam sede do Congresso após acordo sobre plebiscito Além dos estudantes, estavam na ocupação também pais, ecologistas e representantes de minorias sexuais
O governo havia anunciado ações legais contra a ocupação e criticado o presidente do Senado, Guido Girardi, por não autorizar a entrada de policiais para retirar os manifestantes
Santiago - Cerca de 50 cidadãos - a maioria estudantes - que ocuparam nesta quinta-feira o antigo Congresso, em Santiago, abandonaram o edifício após chegar a um acordo com parlamentares opositores para impulsionar uma reforma constitucional que estabeleça um plebiscito.
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21/10/2011 | Prefeito de NY anuncia que será mais rígido com movimento "Occupy Wall Street"
21/10/2011 | Greve de aeroportuários acaba em Brasília e Guarulhos
21/10/2011 | Cristina Kirchner, a presidente sem rival político
21/10/2011 | Vereador diz levar vida de príncipe com dinheiro público
Previamente, o governo havia anunciado ações legais contra a ocupação e criticado o presidente do Senado, o opositor Guido Girardi, por não autorizar a entrada de policiais para retirar os manifestantes.
Entre eles havia vários estudantes, aparentemente todos do ensino médio, mas também pais, ecologistas e representantes de minorias sexuais.
Os manifestantes interromperam uma reunião da Subcomissão de Orçamentos, começaram a bater em mesas e a gritar palavras de ordem, e imediatamente o ministro da Educação, Felipe Bulnes, presente na sala, decidiu abandonar o edifício.
Enquanto os jovens tomavam a sede, no centro da capital, em seus arredores se concentravam 500 pessoas em apoio aos manifestantes.
O ministro do Interior, Rodrigo Hinzpeter, propôs ao presidente do Senado, de acordo com a lei o responsável pela ordem pública no interior do Congresso, que lançasse mão das forças da ordem, mas este se negou.
Finalmente, após mais de cinco horas de ocupação, os manifestantes chegaram a um acordo com parlamentares opositores para que estes impulsionem uma reforma constitucional urgente que permita a realização de plebiscitos vinculativos.
Entre as principais reivindicações dos manifestantes figuram uma educação pública e gratuita e a rejeição a projetos de energia como a HidroAysén, que prevê a construção de cinco represas na Patagônia.
Após oferecer uma entrevista coletiva, os manifestantes decidiram deixar pacificamente a sede do Congresso, mas a polícia os esperavam na porta do edifício para levá-los a uma delegacia.
O antigo edifício do Congresso, em Santiago, é utilizado para comissões parlamentares e outras atividades políticas, enquanto a atual sede do Poder Legislativo se encontra em Valparaíso, a 125 quilômetros da capital.
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O ministro do Interior, Rodrigo Hinzpeter, propôs ao presidente do Senado, de acordo com a lei o responsável pela ordem pública no interior do Congresso, que lançasse mão das forças da ordem, mas este se negou.
Finalmente, após mais de cinco horas de ocupação, os manifestantes chegaram a um acordo com parlamentares opositores para que estes impulsionem uma reforma constitucional urgente que permita a realização de plebiscitos vinculativos.
Entre as principais reivindicações dos manifestantes figuram uma educação pública e gratuita e a rejeição a projetos de energia como a HidroAysén, que prevê a construção de cinco represas na Patagônia.
Após oferecer uma entrevista coletiva, os manifestantes decidiram deixar pacificamente a sede do Congresso, mas a polícia os esperavam na porta do edifício para levá-los a uma delegacia.
O antigo edifício do Congresso, em Santiago, é utilizado para comissões parlamentares e outras atividades políticas, enquanto a atual sede do Poder Legislativo se encontra em Valparaíso, a 125 quilômetros da capital.
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Funcionários da Infraero suspendem greve
Categoria porém se mantém em alerta e promete apresentar uma série de reivindicações ao governo
Brasília – Depois de uma paralisação de 38 horas, os funcionários da Infraero nos aeroportos de Brasília, São Paulo e Campinas retornaram hoje (21) por volta das 10 horas às atividades. Mas a categoria se mantém em alerta e apresenta uma série de reivindicações ao governo federal, principalmente a suspensão da privatização dos aeroportos do país. O Sindicato Nacional dos Aeroviários (Sina) informou que todos os funcionários estão trabalhando hoje regularmente.
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21/10/2011 | Greve de aeroportuários acaba em Brasília e Guarulhos
21/10/2011 | Funcionários de aeroportos antecipam fim da greve
21/10/2011 | Apesar de greve, movimento é tranquilo nos aeroportos
21/10/2011 | Chile: estudantes deixam sede do Congresso após acordo sobre plebiscito
No próximo dia 26, integrantes do Sina se reúnem com autoridades federais para buscar um acordo e o fim do impasse. “Esperamos um acordo na próxima semana. O governo nos apresentou uma contraproposta que estamos analisando. Vamos ver o que é possível avançar, aguardamos uma resposta positiva”, disse o diretor do Sina, Samuel Santos.
Em protesto contra os planos do governo de privatizar três dos maiores aeroportos brasileiros, os funcionários da Infraero iniciaram ontem (20) uma greve em Viracopos (Campinas, no interior de São Paulo), Guarulhos (São Paulo) e Juscelino Kubitschek (em Brasília, no Distrito Federal). A paralisação teve início à zero hora.
Pelo planejamento federal, os três aeroportos devem ser concedidos à iniciativa privada. O objetivo é fazer obras de ampliação e melhorias para a Copa do Mundo de 2014.
A paralisação, liderada pelo Sina, teve apoio da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST). Em Brasília, os funcionários promoveram atos de alerta no aeroporto. De acordo com a Infraero, os atrasos e cancelamentos de voos ocorridos ontem e hoje estavam dentro da normalidade.
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Tags: Aeroportos, Greves, Infraero
Brasília – Depois de uma paralisação de 38 horas, os funcionários da Infraero nos aeroportos de Brasília, São Paulo e Campinas retornaram hoje (21) por volta das 10 horas às atividades. Mas a categoria se mantém em alerta e apresenta uma série de reivindicações ao governo federal, principalmente a suspensão da privatização dos aeroportos do país. O Sindicato Nacional dos Aeroviários (Sina) informou que todos os funcionários estão trabalhando hoje regularmente.
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Em protesto contra os planos do governo de privatizar três dos maiores aeroportos brasileiros, os funcionários da Infraero iniciaram ontem (20) uma greve em Viracopos (Campinas, no interior de São Paulo), Guarulhos (São Paulo) e Juscelino Kubitschek (em Brasília, no Distrito Federal). A paralisação teve início à zero hora.
Pelo planejamento federal, os três aeroportos devem ser concedidos à iniciativa privada. O objetivo é fazer obras de ampliação e melhorias para a Copa do Mundo de 2014.
A paralisação, liderada pelo Sina, teve apoio da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST). Em Brasília, os funcionários promoveram atos de alerta no aeroporto. De acordo com a Infraero, os atrasos e cancelamentos de voos ocorridos ontem e hoje estavam dentro da normalidade.
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quinta-feira, 20 de outubro de 2011
CAPA BRASIL | N° Edição: 2188 | 14.Out.11 - 21:00 | Atualizado em 20.Out.11 - 21:26 Dilma e as greves Diante das paralisações e da pressão dos sindicatos por aumentos, a presidente diz não aos trabalhadores e escala ministros para negociar com cada categoria. A estratégia é dura, mas não compromete a relação entre o governo e as centrais Adriana Nicacio
RECRUDESCIMENTO
Nas negociações com os sindicalistas, iniciadas na última
semana, Dilma deixou claro que não pretende fazer concessões
Como ocorre em todo o primeiro ano de governo, o movimento sindical estica a corda nas negociações por aumentos salariais com o Palácio do Planalto no período de definição dos dissídios coletivos trabalhistas. Foi assim durante os governos Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva, e o cenário se repete agora. Escaldada, a presidente Dilma Rousseff montou previamente uma estratégia para lidar com as exigências das categorias profissionais. O plano foi colocado em prática na semana passada, quando a presidente estava na Bélgica, participando da 5ª cúpula Brasil-União Europeia. Dilma indicou auxiliares e integrantes de primeiro escalão para negociar com cada categoria específica e em pelo menos cinco telefonemas para os subordinados em Brasília a presidente deixou clara sua posição. “Avisem que a minha orientação é a de não fazer concessões”, determinou.
Dilma decidiu jogar duro com os sindicatos por dois motivos. O primeiro é a preocupação com os efeitos da crise internacional sobre a economia brasileira. Outro é a consciência de que está diante de um movimento sindical dócil, domesticado por Lula nos últimos oito anos. A maioria das categorias de servidores, por exemplo, teve generosos aumentos acima da inflação. Já a cúpula sindical foi amaciada ao sabor da liberação de verbas e acomodações em cargos públicos. Hoje, não seria leviano afirmar que os sindicalistas são tão ou mais governistas que o PMDB. “Os trabalhadores têm muita gordura para queimar”, repetiu Dilma nos últimos dias. “As coisas mudaram. No governo Lula, havia muito mais espaço para negociações”, reconhece José Rivaldo da Silva, presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores de Empresas de Correios. Nessa estratégia de recrudescer o diálogo, a presidente defendeu o corte do ponto dos grevistas e o fim do diálogo com os líderes sindicais até o pronunciamento da Justiça do Trabalho. Ao pesar a mão, ela quer desencorajar demandas de outras categorias, como os petroleiros, que já aprovaram indicativo de greve para a terça-feira 18. Há grande receio com o efeito cascata que seria provocado por aumentos excessivos e seu impacto sobre a inflação.
NÃO LEVARAM
Grevistas dos Correios haviam pedido aumento
superior a 14%, mas só receberam um reajuste de 6,87%
As preocupações não devem se restringir apenas à economia, ensina a retrospectiva histórica. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, quando endureceu o discurso, pagou uma conta pesada. Em maio de 1995, os petroleiros iniciaram uma greve histórica. Mais de 90% da categoria parou por 32 dias contra a privatização da Petrobras. Após uma semana, o TST considerou a greve abusiva, mas os petroleiros não cederam. A greve foi marcada por demissões, punições e a presença de tanques do Exército nas refinarias da Petrobras. Com isso, Fernando Henrique sofreu enorme desgaste e viu chegar ao fim a lua de mel com os trabalhadores. Diferentemente de FHC, a presidente Dilma Rousseff não quer deixar que a situação chegue a esse ponto. Apesar de enfrentar um sindicalismo de espírito “paz e amor”, ela fez questão de se cercar de cuidados para que nenhum sobressalto político – ou econômico – possa vir a afetar sua popularidade. Se de um lado ela congelou no Congresso o reajuste de 57% do Judiciário e impediu os aumentos da Polícia Federal, de outro escalou quatro ministros para sentar à mesa com os grandes sindicatos.
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, ficou responsável pela greve dos Correios. Por decisão dele, os contracheques dos grevistas com os dias descontados foram divulgados na intranet da empresa. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, recebeu a incumbência de acompanhar a greve dos bancários e vetou o aumento real de 5%. A tarefa da ministra do Planejamento, Miriam Belchior, é manter o cofre fechado. Ao ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, cabe seguir de perto os desdobramentos das negociações com os sindicatos. Mas ele não está sozinho nessa missão: é assessorado pelo experiente sindicalista José Lopez Feijóo, que trocou a vice-presidência da CUT pelo Planalto em abril. O deputado estadual Carlos Alberto Grana (PT-SP), que acumula 32 anos de sindicalismo no ABC paulista, também ajuda nos bastidores. Assim, sindicalistas e governo seguem falando a mesma língua. Um dos argumentos dos ministros à frente das negociações foi apelar à razão dos trabalhadores argumentando que uma crise econômica, caso o País não cuide de suas contas públicas, poderá ser ruim para todo mundo. “Há uma tempestade se formando no céu, não podemos sair de bermuda e camiseta. Temos que ter um guarda-chuva”, justifica o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, titular do Planejamento do governo Lula.
ARTICULADOR
Ministro Gilberto Carvalho acompanha de perto negociações do governo com sindicatos
O guarda-chuva significa negociar, mas ao mesmo tempo não dar muita guarida aos grevistas na esfera pública. Tanto assim que a greve dos Correios, depois de 28 dias, foi parar no Tribunal Superior do Trabalho. O movimento esticou além da conta e, ao fim da paralisação, os carteiros ficaram felizes porque o TST descontou dos salários apenas sete dias. Os outros 21 serão pagos em horas extras. A empresa sofreu um prejuízo de R$ 200 milhões e os grevistas, que haviam pedido aumento superior a 14%, só receberam 6,87%, além de aumento geral de R$ 80. “O que nós queríamos não conseguimos. Mas demos sorte, porque o TST não aplicou a súmula vinculante. Se tivesse, teríamos perdido muito”, diz o sindicalista José Rivaldo.
Com os limites de negociação estreitos, os sindicalistas se movem como podem. Na semana passada, quando os bancários entravam na terceira semana de greve sem que a Federação Nacional dos Bancos se manifestasse sobre um acordo, o presidente da CUT, Artur Henrique, passou dois dias tentando convencer o ministro Guido Mantega a pressionar os bancos públicos a abrir o diálogo com os trabalhadores. O meio de campo foi feito. Na véspera de embarcar para a reunião do G-20 em Paris, na terça-feira 11, Mantega entrou em contato com o presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine. Pediu que os grevistas fossem ouvidos, mas alertou que o reajuste de 12,8% não seria compatível com o momento econômico. Apesar do jogo duro, Dilma Rousseff tem a seu favor a simpatia irrestrita das centrais sindicais e das lideranças dos servidores públicos. Todos participaram ativamente de sua campanha e ainda estão longe de lhe retirar o voto de confiança. “O primeiro ano do governo Dilma exigiu o endurecimento, mas o ano que vem pode ser de benesses”, diz José Almiran Rodrigues, coordenador jurídico da Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Públicas.
SUA OPINIÃO
COMENTÁRIOS(80)
CLAUBER
EM 20/10/2011 16:18:36
Sou Policial Federal e estamos há 5 anos sem reajuste algum. Ano após ano vejo a PF agonizando pela falta de investimento. Eu que sempre votei no PT, não voto mais.
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REGIS
EM 20/10/2011 13:02:43
Bem vale a máxima que os políticos são todos iguais: ladrões e dissimulados. O pior que tem é o MOLUSCO (Lula), que prometeu aumento para o Judiciário e nos deixou a ver navios. A FENAJUFE é formada de acéfalos comprados pelo executivo. FORA DILMA!! FORA O PT!! NUNCA MAIS QUERO VER!
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CLAUDIA
EM 20/10/2011 09:50:48
Os Institutos Federais de educação, ciência e Tecnologia estão em greve há dois meses e nenhuma negociação foi feita. Isso mostra o descaso com os trabalhadores em educação e com a sociedade como um todo!
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RENATO BEZERRA
EM 19/10/2011 14:07:06
*o governo é mau pagador
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RENATO BEZERRA
EM 19/10/2011 14:05:07
Por que o SUPERAVIT aumentou? Porque o governo lucra às custas do trabalhador. O governo é mal pagador para os trabalhadores e excelente para as empreiteiras.
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COMENTÁRIO,SOBRE PUBLICAÇÃO NO BLOG DE ARTHUR HENRIQUE..PRESIDENTE DA CUT
do Blog do Artur Henrique
A greve é mais que um direito constitucional e um instrumento legítimo para os trabalhadores cobrarem aumentos salariais, proteção e ampliação de direitos e melhoria das condições de vida em geral.
Um movimento grevista também é um dos principais momentos para elevar a consciência crítica da população. É uma oportunidade de as pessoas se enxergarem como conjunto transformador, e por isso guarda em si potencial de catarse política, de passagem para uma experiência ativa de mudança do mundo social.
Justiça do trabalho
Por isso consideramos inadmissível que a Justiça do Trabalho, como alguns de seus mais destacados representantes fizeram por ocasião da greve nos Correios, atribua aos trabalhadores e seus sindicatos a responsabilidade total pelas paralisações.
Meu caro. Arthur.
tudo isto que agora foi exposto por você,é o verdadeiro sentimento que nós sindicalistas temos...
Porém ,nós trabalhadores dos CORREIOS fomos julgados e condenados por este governo " DILMA " e seus agentes de plantão, e ficou um sentimento e uma grande maioria dos trabalhadores dos correios de traição por parte do PARTIDO DOS TRABALHADORES E DO GOVERNO DE DILMA ROUSSEF, GOVERNO este que ajudamos a eleger, e que hoje vira-nos as costa como resposta...
Portanto para o governo mostrar que esta não foi uma atitude correta, deveria de imediato suspender administrativamente, os efeitos do julgamento do TST, e devolver os DINHEIRO DOS DIAS DESCONTADOS, DOS GREVISTA, E MANTER A COMPENSAÇÃO APENAS ATÉ, QUE OS SERVIÇOS SEJAM NORMALIZADOS...E TROCAR O PRESIDENTES DOS CORREIOS E O MINISTRO DAS COMUNICAÇÕES..., se tudo isto que está colocado em seu blog, é realmente o que você pensam: esta seria a atitude mais coerente por parte da CUT...como exigência ao GOVERNO, por esta atitude anti-sindical
A greve é mais que um direito constitucional e um instrumento legítimo para os trabalhadores cobrarem aumentos salariais, proteção e ampliação de direitos e melhoria das condições de vida em geral.
Um movimento grevista também é um dos principais momentos para elevar a consciência crítica da população. É uma oportunidade de as pessoas se enxergarem como conjunto transformador, e por isso guarda em si potencial de catarse política, de passagem para uma experiência ativa de mudança do mundo social.
Justiça do trabalho
Por isso consideramos inadmissível que a Justiça do Trabalho, como alguns de seus mais destacados representantes fizeram por ocasião da greve nos Correios, atribua aos trabalhadores e seus sindicatos a responsabilidade total pelas paralisações.
Meu caro. Arthur.
tudo isto que agora foi exposto por você,é o verdadeiro sentimento que nós sindicalistas temos...
Porém ,nós trabalhadores dos CORREIOS fomos julgados e condenados por este governo " DILMA " e seus agentes de plantão, e ficou um sentimento e uma grande maioria dos trabalhadores dos correios de traição por parte do PARTIDO DOS TRABALHADORES E DO GOVERNO DE DILMA ROUSSEF, GOVERNO este que ajudamos a eleger, e que hoje vira-nos as costa como resposta...
Portanto para o governo mostrar que esta não foi uma atitude correta, deveria de imediato suspender administrativamente, os efeitos do julgamento do TST, e devolver os DINHEIRO DOS DIAS DESCONTADOS, DOS GREVISTA, E MANTER A COMPENSAÇÃO APENAS ATÉ, QUE OS SERVIÇOS SEJAM NORMALIZADOS...E TROCAR O PRESIDENTES DOS CORREIOS E O MINISTRO DAS COMUNICAÇÕES..., se tudo isto que está colocado em seu blog, é realmente o que você pensam: esta seria a atitude mais coerente por parte da CUT...como exigência ao GOVERNO, por esta atitude anti-sindical
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
CONTRA TODA FORMA DE ABUSOS, E INJUSTIÇAS....
A INJUSTIÇA IMPERA NESTE PAÍS... PRA UNS TEM TUDO... PRA OUTROS SÓ CHICOTE... ESTAMOS CANSADOS DESTA PATIFARIA..TEMOS QUE MUDAR ESTA SITUAÇÃO.VEJA O QUE O GOVERNO OFERECEU PARA OS BANCÁRIOS,,,....
Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) apresentou uma nova proposta ao Comando Nacional dos Bancários, que prevê 9% de reajuste salarial (1,5% de aumento real). O índice vale para o cálculo de todas as verbas salariais, inclusive o tíquete-refeição e o vale-alimentação. Os valores são retroativos a 1º de setembro, data-base da categoria.
Os bancos também melhoraram outros itens, como o piso salarial, que passaria para R$ 1.400,00 (aumento real de 4,3%) e maior PLR com o aumento da parcela fixa básica para R$ 1.400,00 (reajuste de 27,2%) e do teto da parcela adicional R$ 2.800,00 (reajuste de 16,7%).
Com relação à cláusula de segurança, os banqueiros sugeriram a realização de procedimentos que coíbem o transporte de numerário por bancários. Já com relação ao assédio moral, a Fenaban propôs o fim da divulgação de rankings individuais dos funcionários. Os dias parados também não serão descontados, mas têm de ser compensados até o dia 15 de dezembro.
ENQUANTO PARA OS ECETISTAS...FOI DESCONTO DE DIAS PARADOS E PERSEGUIÇÃO...
E O MINISTRO DAS COMUNICAÇÕES PAULO BERNARDO, JUNTO COM O PRESIDENTE DOS CORREIOS DÃO ENTREVISTA DEIZENDO QUE EM DEZ DIAS O SERVIÇO SERIA COLOCADO EM DIA....
SÓ SE FOSSEMOS BURROS DE CARGA E IDIOTAS ACIMA DE TUDO...
A CARAGA SERÁ COLOCADA EM DIA ASIM QUE DEVOLVERAM E QUE TIRARAM DE NÓS INJUSTAMENTE...
SE A GREVE É UM DIREITO DO TRABALHADORA E NÃO HOUVE ABUSIVIDADE...ENTÃO NÃO ACEITAMOS PUNIÇÃO E DESCONTO DOS DIAS PARADOS É PUNIÇÃO SIM...
NÃO PODEMOS DESANIMAR DIANTE DAS INJUSTIÇAS,VAMOS CONTINUAR ORGANIZADOS...E NA LUTA POR MELHORES SALÁRIO E CONDIÇÕES DE TRABALHO DECENTE..
Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) apresentou uma nova proposta ao Comando Nacional dos Bancários, que prevê 9% de reajuste salarial (1,5% de aumento real). O índice vale para o cálculo de todas as verbas salariais, inclusive o tíquete-refeição e o vale-alimentação. Os valores são retroativos a 1º de setembro, data-base da categoria.
Os bancos também melhoraram outros itens, como o piso salarial, que passaria para R$ 1.400,00 (aumento real de 4,3%) e maior PLR com o aumento da parcela fixa básica para R$ 1.400,00 (reajuste de 27,2%) e do teto da parcela adicional R$ 2.800,00 (reajuste de 16,7%).
Com relação à cláusula de segurança, os banqueiros sugeriram a realização de procedimentos que coíbem o transporte de numerário por bancários. Já com relação ao assédio moral, a Fenaban propôs o fim da divulgação de rankings individuais dos funcionários. Os dias parados também não serão descontados, mas têm de ser compensados até o dia 15 de dezembro.
ENQUANTO PARA OS ECETISTAS...FOI DESCONTO DE DIAS PARADOS E PERSEGUIÇÃO...
E O MINISTRO DAS COMUNICAÇÕES PAULO BERNARDO, JUNTO COM O PRESIDENTE DOS CORREIOS DÃO ENTREVISTA DEIZENDO QUE EM DEZ DIAS O SERVIÇO SERIA COLOCADO EM DIA....
SÓ SE FOSSEMOS BURROS DE CARGA E IDIOTAS ACIMA DE TUDO...
A CARAGA SERÁ COLOCADA EM DIA ASIM QUE DEVOLVERAM E QUE TIRARAM DE NÓS INJUSTAMENTE...
SE A GREVE É UM DIREITO DO TRABALHADORA E NÃO HOUVE ABUSIVIDADE...ENTÃO NÃO ACEITAMOS PUNIÇÃO E DESCONTO DOS DIAS PARADOS É PUNIÇÃO SIM...
NÃO PODEMOS DESANIMAR DIANTE DAS INJUSTIÇAS,VAMOS CONTINUAR ORGANIZADOS...E NA LUTA POR MELHORES SALÁRIO E CONDIÇÕES DE TRABALHO DECENTE..
SOBRE O ACORDÃO DO TST...
Brasília (DF), 19 de outubro de 2011.
Ilustríssimo Senhores Membros do Comando Nacional de Negociações e Mobilização da FEDERAÇÃO NACIONAL DOS TRABALHADORES EM EMPRESAS DE CORREIOS E TELÉGRAFOS E SIMILARES-FENTECT.
REF.: DISSÍDIO COLETIVO Nº 6535- 37.2011 – JULGAMENTO TST – PUBLICAÇÃO DO ACÓRDÃO – ESCLARECIMENTOS.
__________________________
Prezado Senhores,
1. Vimos, conforme solicitação dessa Federação, fazer breves esclarecimentos jurídicos acerca da publicação do acórdão do Dissídio Coletivo nº 6535-37.2011, na data de 17.10.2011, dissídio esse suscitado pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) no Tribunal Superior do Trabalho (TST), cujo julgamento ocorreu em 11.10.11 (terça-feira).
2. Primeiramente, cumpre registrar que a greve deflagrada pela categoria em 13.9.11 foi julgada não abusiva, pois segundo o TST ela foi realizada dentro dos limites legais e não houve atentado à boa-fé coletiva.
Nesse sentido, não há que se falar na responsabilização trabalhista pela participação pacífica dos trabalhadores na greve, o que impede, portanto, a aplicação de punições.
3. No que tange às questões econômicas, o acórdão da Seção de Dissídios Coletivos do TST fixou um reajuste de 6,87%, retroativo a 1º.8.11, além de um aumento real de R$ 80,00 a partir de 1º.10.11. Quanto aos vales alimentação e cesta foram, respectivamente, fixados os valores de R$ 25,00 e $ 140,00, além de um talonário extra em dezembro de 2011 no valor de R$575,00, aos trabalhadores admitidos até 31.7.11.
4. Em relação às demais cláusulas, o TST deferiu a proposta que foi juntada pelo ECT nos autos do processo, e que reedita em grande parte o acordo passado. As únicas ressalvas foram as cláusulas 20 (desconto assistencial), que foi adaptada ao Precedente Normativo 1191 do TST, 61 (vale refeição/alimentação), cujos valores foram alterados para ficarem conforme acima mencionado, e a 63 (vigência), que foi adaptada ao novo Precedente Normativo 1202, do TST.
5. Em relação aos dias parados, o Tribunal aprovou uma proposta intermediária, capitaneada pelo Ministro Barros Levenhagen, que autoriza o desconto de 7 dias de greve, sem a imediata devolução dos 6 dias já descontados, e a compensação dos demais 21. Essa compensação será feita até maio de 2012, aos sábados e domingos, conforme necessidade da ECT, observada a mobilidade de áreas territorial (na mesma região metropolitana e sem despesas de transporte para o trabalhador), e convocadas com pelo menos 72 horas de antecedência.
6. Quanto à questão da compensação, é certo que de acordo com informações obtidas junto à FENTECT, a Empresa tem adotado diversas condutas que têm afetado o direito dos trabalhadores, em especial quanto aos intervalos legais bem como à convocação em finais de semanas seguidos.
7. Em primeiro lugar, cumpre esclarecer que o acórdão publicado estabelece que a compensação se dará, única e exclusivamente, aos sábados e domingos, conforme a necessidade da ECT.
8. Dessa forma, é imperioso destacar que as horas extras cumpridas durante a semana podem ser objeto de compensação, desde que o trabalhador faça essa opção. Até porque o acórdão foi taxativo ao indicar que a compensação será feita aos sábados e domingos. Caso não haja a opção do trabalhador, as horas extras deverão ser pagas, conforme determina a Cláusula 31 da sentença normativa.
9. Por outro lado, a ECT tem convocado os trabalhadores para o trabalho em finais de semana seguidos, o que viola o disposto no acórdão no que se refere ao respeito aos intervalos legais.
10. Vale dizer que a compensação do trabalho não pode suplantar, em face do desejo da Empresa de ver o serviço em dia, as garantias legais insertas na CLT acerca dos intervalos legais. E o repouso semanal remunerado é um deles.
11. Nesse sentido, destaque-se o art. 67 da CLT, que indica que será assegurado a todo trabalhador um descanso semanal de vinte e quatro horas consecutivas, o qual, ressalvadas as exceções legais, devem coincidir em todo
ou em parte com os domingos.
12. Respeitar os intervalos legais significa respeitar não só os intervalos dentro da jornada ou entre as jornadas, à luz do que determina o art. 66 da CLT, mas também ao repouso semanal remunerado que, conforme já dito, deve coincidir no todo ou em parte com o domingo. A convocação indiscriminada para o trabalho em todos os finais de semana acarreta em violação ao direito de descanso do trabalhador.
13. Ademais, a convocação ininterrupta acarreta no prejuízo à saúde do trabalhador, o que, consequentemente trará prejuízos também à Empresa, sendo ilegal a referida convocação, pois o acórdão efetivamente determina o respeito aos intervalos legais.
14. Ainda quanto à convocação, dentre as cláusulas aprovadas pelo Tribunal, a de número 58 informa que será pago ao trabalhador, quando este for convocado a trabalhar em dia de repouso semanal remunerado e feriados, o pagamento do valor equivalente a 200% (duzentos por cento) calculado sobre o valor pago no dia de jornada normal de trabalho.
15. No mesmo sentido, a Cláusula 59 informa que os trabalhadores convocados para o trabalho no final de semana, terão direito a um quarto de 15% por final de semana trabalhado.
16. Vale dizer que, nesses casos, os dias trabalhados em finais de semana e em descansos semanais, além de feriados, são remunerados de maneira diferenciada, de modo que a compensação de tais dias também poderá ser diferenciada. Como exemplo, uma vez que o dia trabalhado no repouso semanal remunerado e em feriados são remunerados no valor equivalente a 200% do valor do dia trabalhado, a compensação não pode ser feita em proporção diferente desta.
17. Da mesma forma o trabalho em finais de semana. A compensação nesse caso, poderia ser feita na razão do percentual pago a mais pela ECT. No entanto, como o referido assunto não foi abordado pelo acórdão do TST, é necessário que a Federação provoque o debate para que aquela Corte se pronuncie.
18. Ressalte-se que o TST também se pronunciou sobre as ações propostas pelos Sindicatos e pela Fentect em relação ao desconto dos dias parados. Nesse sentido, os Ministros entenderam que diante da competência absoluta do TST para decidir sobre a greve dos trabalhadores da ECT (âmbito nacional) as decisões judiciais tomadas são nulas, perdendo, portanto, seus efeitos.
19. Por fim, o TST entendeu que o serviço postal é uma atividade essencial e que deve, portanto, respeitar as condicionantes impostas pela Lei de Greve, em especial o pré-aviso de 72 horas e o atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade. Ademais, determinou o imediato retorno dos trabalhadores ao serviço, determinando-se ainda a aplicação de multa no valor de R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais) em caso de descumprimento da determinação.
20. Destaque-se ainda o fato de que o acórdão publicado no dia 17.10.2011 está sendo minuciosamente analisado por essa Assessoria Jurídica, para que seja interposto o recurso cabível no presente momento.
21. Sendo o que tínhamos para o momento e colocando-nos, desde já, ao seu inteiro dispor para eventuais esclarecimentos que se façam necessários, subscrevemos,
Rodrigo Peres Torelly
OAB/DF 12.557
Assessoria Jurídica
1 PN 119 A Constituição da República, em seus arts. 5º, XX e 8º, V, assegura o direito de livre associação e sindicalização. É ofensiva a essa modalidade de liberdade cláusula constante de acordo, convenção coletiva ou sentença normativa estabelecendo contribuição em favor de entidade sindical a título de taxa para custeio do sistema confederativo, assistencial, revigoramento ou fortalecimento sindical e outras da mesma espécie, obrigando trabalhadores não sindicalizados. Sendo nulas as estipulações que inobservem tal restrição, tornam-se passíveis de devolução os valores irregularmente descontados.
2 PN 120 A sentença normativa vigora, desde seu termo inicial até que sentença normativa, convenção coletiva de trabalho ou acordo coletivo de trabalho superveniente produza sua revogação, expressa ou tácita, respeitado, porém, o prazo máximo legal de quatro anos de vigência.
Ilustríssimo Senhores Membros do Comando Nacional de Negociações e Mobilização da FEDERAÇÃO NACIONAL DOS TRABALHADORES EM EMPRESAS DE CORREIOS E TELÉGRAFOS E SIMILARES-FENTECT.
REF.: DISSÍDIO COLETIVO Nº 6535- 37.2011 – JULGAMENTO TST – PUBLICAÇÃO DO ACÓRDÃO – ESCLARECIMENTOS.
__________________________
Prezado Senhores,
1. Vimos, conforme solicitação dessa Federação, fazer breves esclarecimentos jurídicos acerca da publicação do acórdão do Dissídio Coletivo nº 6535-37.2011, na data de 17.10.2011, dissídio esse suscitado pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) no Tribunal Superior do Trabalho (TST), cujo julgamento ocorreu em 11.10.11 (terça-feira).
2. Primeiramente, cumpre registrar que a greve deflagrada pela categoria em 13.9.11 foi julgada não abusiva, pois segundo o TST ela foi realizada dentro dos limites legais e não houve atentado à boa-fé coletiva.
Nesse sentido, não há que se falar na responsabilização trabalhista pela participação pacífica dos trabalhadores na greve, o que impede, portanto, a aplicação de punições.
3. No que tange às questões econômicas, o acórdão da Seção de Dissídios Coletivos do TST fixou um reajuste de 6,87%, retroativo a 1º.8.11, além de um aumento real de R$ 80,00 a partir de 1º.10.11. Quanto aos vales alimentação e cesta foram, respectivamente, fixados os valores de R$ 25,00 e $ 140,00, além de um talonário extra em dezembro de 2011 no valor de R$575,00, aos trabalhadores admitidos até 31.7.11.
4. Em relação às demais cláusulas, o TST deferiu a proposta que foi juntada pelo ECT nos autos do processo, e que reedita em grande parte o acordo passado. As únicas ressalvas foram as cláusulas 20 (desconto assistencial), que foi adaptada ao Precedente Normativo 1191 do TST, 61 (vale refeição/alimentação), cujos valores foram alterados para ficarem conforme acima mencionado, e a 63 (vigência), que foi adaptada ao novo Precedente Normativo 1202, do TST.
5. Em relação aos dias parados, o Tribunal aprovou uma proposta intermediária, capitaneada pelo Ministro Barros Levenhagen, que autoriza o desconto de 7 dias de greve, sem a imediata devolução dos 6 dias já descontados, e a compensação dos demais 21. Essa compensação será feita até maio de 2012, aos sábados e domingos, conforme necessidade da ECT, observada a mobilidade de áreas territorial (na mesma região metropolitana e sem despesas de transporte para o trabalhador), e convocadas com pelo menos 72 horas de antecedência.
6. Quanto à questão da compensação, é certo que de acordo com informações obtidas junto à FENTECT, a Empresa tem adotado diversas condutas que têm afetado o direito dos trabalhadores, em especial quanto aos intervalos legais bem como à convocação em finais de semanas seguidos.
7. Em primeiro lugar, cumpre esclarecer que o acórdão publicado estabelece que a compensação se dará, única e exclusivamente, aos sábados e domingos, conforme a necessidade da ECT.
8. Dessa forma, é imperioso destacar que as horas extras cumpridas durante a semana podem ser objeto de compensação, desde que o trabalhador faça essa opção. Até porque o acórdão foi taxativo ao indicar que a compensação será feita aos sábados e domingos. Caso não haja a opção do trabalhador, as horas extras deverão ser pagas, conforme determina a Cláusula 31 da sentença normativa.
9. Por outro lado, a ECT tem convocado os trabalhadores para o trabalho em finais de semana seguidos, o que viola o disposto no acórdão no que se refere ao respeito aos intervalos legais.
10. Vale dizer que a compensação do trabalho não pode suplantar, em face do desejo da Empresa de ver o serviço em dia, as garantias legais insertas na CLT acerca dos intervalos legais. E o repouso semanal remunerado é um deles.
11. Nesse sentido, destaque-se o art. 67 da CLT, que indica que será assegurado a todo trabalhador um descanso semanal de vinte e quatro horas consecutivas, o qual, ressalvadas as exceções legais, devem coincidir em todo
ou em parte com os domingos.
12. Respeitar os intervalos legais significa respeitar não só os intervalos dentro da jornada ou entre as jornadas, à luz do que determina o art. 66 da CLT, mas também ao repouso semanal remunerado que, conforme já dito, deve coincidir no todo ou em parte com o domingo. A convocação indiscriminada para o trabalho em todos os finais de semana acarreta em violação ao direito de descanso do trabalhador.
13. Ademais, a convocação ininterrupta acarreta no prejuízo à saúde do trabalhador, o que, consequentemente trará prejuízos também à Empresa, sendo ilegal a referida convocação, pois o acórdão efetivamente determina o respeito aos intervalos legais.
14. Ainda quanto à convocação, dentre as cláusulas aprovadas pelo Tribunal, a de número 58 informa que será pago ao trabalhador, quando este for convocado a trabalhar em dia de repouso semanal remunerado e feriados, o pagamento do valor equivalente a 200% (duzentos por cento) calculado sobre o valor pago no dia de jornada normal de trabalho.
15. No mesmo sentido, a Cláusula 59 informa que os trabalhadores convocados para o trabalho no final de semana, terão direito a um quarto de 15% por final de semana trabalhado.
16. Vale dizer que, nesses casos, os dias trabalhados em finais de semana e em descansos semanais, além de feriados, são remunerados de maneira diferenciada, de modo que a compensação de tais dias também poderá ser diferenciada. Como exemplo, uma vez que o dia trabalhado no repouso semanal remunerado e em feriados são remunerados no valor equivalente a 200% do valor do dia trabalhado, a compensação não pode ser feita em proporção diferente desta.
17. Da mesma forma o trabalho em finais de semana. A compensação nesse caso, poderia ser feita na razão do percentual pago a mais pela ECT. No entanto, como o referido assunto não foi abordado pelo acórdão do TST, é necessário que a Federação provoque o debate para que aquela Corte se pronuncie.
18. Ressalte-se que o TST também se pronunciou sobre as ações propostas pelos Sindicatos e pela Fentect em relação ao desconto dos dias parados. Nesse sentido, os Ministros entenderam que diante da competência absoluta do TST para decidir sobre a greve dos trabalhadores da ECT (âmbito nacional) as decisões judiciais tomadas são nulas, perdendo, portanto, seus efeitos.
19. Por fim, o TST entendeu que o serviço postal é uma atividade essencial e que deve, portanto, respeitar as condicionantes impostas pela Lei de Greve, em especial o pré-aviso de 72 horas e o atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade. Ademais, determinou o imediato retorno dos trabalhadores ao serviço, determinando-se ainda a aplicação de multa no valor de R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais) em caso de descumprimento da determinação.
20. Destaque-se ainda o fato de que o acórdão publicado no dia 17.10.2011 está sendo minuciosamente analisado por essa Assessoria Jurídica, para que seja interposto o recurso cabível no presente momento.
21. Sendo o que tínhamos para o momento e colocando-nos, desde já, ao seu inteiro dispor para eventuais esclarecimentos que se façam necessários, subscrevemos,
Rodrigo Peres Torelly
OAB/DF 12.557
Assessoria Jurídica
1 PN 119 A Constituição da República, em seus arts. 5º, XX e 8º, V, assegura o direito de livre associação e sindicalização. É ofensiva a essa modalidade de liberdade cláusula constante de acordo, convenção coletiva ou sentença normativa estabelecendo contribuição em favor de entidade sindical a título de taxa para custeio do sistema confederativo, assistencial, revigoramento ou fortalecimento sindical e outras da mesma espécie, obrigando trabalhadores não sindicalizados. Sendo nulas as estipulações que inobservem tal restrição, tornam-se passíveis de devolução os valores irregularmente descontados.
2 PN 120 A sentença normativa vigora, desde seu termo inicial até que sentença normativa, convenção coletiva de trabalho ou acordo coletivo de trabalho superveniente produza sua revogação, expressa ou tácita, respeitado, porém, o prazo máximo legal de quatro anos de vigência.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Notícias do Tribunal Superior do Trabalho 06/10/2011 Correios: TST determina que 40% da categoria se mantenha em atividade
O presidente do Tribunal Superior do Trabalho, ministro João Oreste Dalazen, acolheu parcialmente o pedido de liminar da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) e determinou à Federação Nacional dos Trabalhadores em empresas de Correios e Telégrafos e Similares (FENTECT) que mantenha em atividade o contingente mínimo de 40% dos empregados de cada unidade operacional da empresa, durante o movimento grevista, sob pena de multa diária de R$ 50 mil. O ministro antecipou ainda para amanhã (7), às 14h, a audiência de instrução do dissídio coletivo instaurado pela ECT.
A decisão do presidente do TST ocorre após a rejeição pela categoria profissional do acordo firmado entre a ECT e a FENTECT em audiência de conciliação realizada na sede do TST na última terça-feira (4). O ministro Dalazen revolveu antecipar a audiência, inicialmente marcada para segunda-feira (10), devido ao “interesse público” da greve, pois os serviços prestados pela ECT seriam essenciais para a população.
Dalazen utilizou como base para a sua decisão o artigo 11 da Lei nº 7.783/89 (Lei de Greve), segundo o qual, “nos serviços ou atividade essenciais, os sindicatos, empregadores e os trabalhadores ficam obrigados, de comum acordo, a garantir, durante a greve, a prestação de serviços indispensáveis ao atendimento da população”.
O acordo para o fim da greve, firmado entre a ECT e a FENTECT no TST, em audiência de conciliação presidida pela vice-presidente do Tribunal, ministra Maria Cristina Peduzzi, só surtiria efeito se fosse referendado pela categoria em assembleias por todo o País. Com a sua rejeição, o dissídio coletivo deverá ir a julgamento pela Seção Especializada em Dissídios Coletivos (SDC) do TST.
Leia aqui a íntegra do despacho.
(Augusto Fontenele/CF)
Processo: DC 6535-37.2011.5.00.0000
Leia mais:
Correios: rejeição por assembleias suspende eficácia do acordo
ECT ajuíza dissídio coletivo no TST e pede liminar para suspensão da greve
Greve dos Correios: ministra indefere liminar e marca audiência para dia 4
FENTECT e Correios chegam a acordo para fim da greve a partir de quinta-feira
Esta matéria tem caráter informativo, sem cunho oficial.
Permitida a reprodução mediante citação da fonte
Secretaria de Comunicação Social do Tribunal Superior do Trabalho
Tel. (61) 3043-4907
imprensa@tst.jus.br
Esta notícia foi acessada 1065 vezes.
A decisão do presidente do TST ocorre após a rejeição pela categoria profissional do acordo firmado entre a ECT e a FENTECT em audiência de conciliação realizada na sede do TST na última terça-feira (4). O ministro Dalazen revolveu antecipar a audiência, inicialmente marcada para segunda-feira (10), devido ao “interesse público” da greve, pois os serviços prestados pela ECT seriam essenciais para a população.
Dalazen utilizou como base para a sua decisão o artigo 11 da Lei nº 7.783/89 (Lei de Greve), segundo o qual, “nos serviços ou atividade essenciais, os sindicatos, empregadores e os trabalhadores ficam obrigados, de comum acordo, a garantir, durante a greve, a prestação de serviços indispensáveis ao atendimento da população”.
O acordo para o fim da greve, firmado entre a ECT e a FENTECT no TST, em audiência de conciliação presidida pela vice-presidente do Tribunal, ministra Maria Cristina Peduzzi, só surtiria efeito se fosse referendado pela categoria em assembleias por todo o País. Com a sua rejeição, o dissídio coletivo deverá ir a julgamento pela Seção Especializada em Dissídios Coletivos (SDC) do TST.
Leia aqui a íntegra do despacho.
(Augusto Fontenele/CF)
Processo: DC 6535-37.2011.5.00.0000
Leia mais:
Correios: rejeição por assembleias suspende eficácia do acordo
ECT ajuíza dissídio coletivo no TST e pede liminar para suspensão da greve
Greve dos Correios: ministra indefere liminar e marca audiência para dia 4
FENTECT e Correios chegam a acordo para fim da greve a partir de quinta-feira
Esta matéria tem caráter informativo, sem cunho oficial.
Permitida a reprodução mediante citação da fonte
Secretaria de Comunicação Social do Tribunal Superior do Trabalho
Tel. (61) 3043-4907
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Paralisação nos Correios continua
Trabalhadores derrubaram acordo fechado na última 3ª. Greve já dura 23 dias
NA REUNIÃO em PE, proposta também foi rejeitada
A greve dos trabalhadores dos Correios continua, em todo o Brasil, até o julgamento do dissídio coletivo no Tribunal Superior do Trabalho (TST). O secretário-geral da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect), José Rivaldo da Silva, anunciou ontem que o acordo fechado na última terça-feira entre a federação e a estatal foi rejeitado por mais de 20 dos 35 sindicatos regionais. Com esse resultado, a greve, que já dura 23 dias, segue por tempo indeterminado.
Em Pernambuco, a proposta não foi aceita pelos trabalhadores. “A rejeição se deu principalmente pela ausência de abono dos dias parados e pela questão econômica. O que eles oferecem não corresponde ao que pedimos”, disse o secretário geral do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Correios e Telégrafos de Pernambuco (Sintect-PE), Halisson Tenório. De acordo com ele, haverá mais uma audiência de conciliação na próxima segunda-feira. “Aguardamos a continuidade das negociações”.
Na última terça-feira, a direção da empresa e a Fentect chegaram a um consenso para encerrar a greve. Porém, para acabar, a proposta precisaria ser aprovada por ao menos 18 dos 35 sindicatos da categoria no País. A proposta de consenso previa reposição da inflação de 6,87%, retroativo a agosto, e um reajuste linear de R$ 80 a partir de outubro.
Os 21 dias de greve, completados na terça-feira, seriam compensados. Em 15 deles, os trabalhadores atuariam aos sábados e domingos para colocar em dia o passivo de carga atrasada. Os outros seis, já descontados na folha de pagamento de setembro, seriam devolvidos imediatamente aos grevistas, mas haveria desconto a partir de janeiro, parcelado em até 12 meses. A categoria pede aumento linear de R$ 200, reajuste de 7,16% referente a perdas com inflação, entre outros. Em três semanas de paralisação, houve atraso na entrega de 147 milhões de cartas e encomendas. O plano da empresa era normalizar os serviços na próxima semana. A ECT contabilizou um prejuízo diário de R$ 20 milhões.
NA REUNIÃO em PE, proposta também foi rejeitada
A greve dos trabalhadores dos Correios continua, em todo o Brasil, até o julgamento do dissídio coletivo no Tribunal Superior do Trabalho (TST). O secretário-geral da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect), José Rivaldo da Silva, anunciou ontem que o acordo fechado na última terça-feira entre a federação e a estatal foi rejeitado por mais de 20 dos 35 sindicatos regionais. Com esse resultado, a greve, que já dura 23 dias, segue por tempo indeterminado.
Em Pernambuco, a proposta não foi aceita pelos trabalhadores. “A rejeição se deu principalmente pela ausência de abono dos dias parados e pela questão econômica. O que eles oferecem não corresponde ao que pedimos”, disse o secretário geral do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Correios e Telégrafos de Pernambuco (Sintect-PE), Halisson Tenório. De acordo com ele, haverá mais uma audiência de conciliação na próxima segunda-feira. “Aguardamos a continuidade das negociações”.
Na última terça-feira, a direção da empresa e a Fentect chegaram a um consenso para encerrar a greve. Porém, para acabar, a proposta precisaria ser aprovada por ao menos 18 dos 35 sindicatos da categoria no País. A proposta de consenso previa reposição da inflação de 6,87%, retroativo a agosto, e um reajuste linear de R$ 80 a partir de outubro.
Os 21 dias de greve, completados na terça-feira, seriam compensados. Em 15 deles, os trabalhadores atuariam aos sábados e domingos para colocar em dia o passivo de carga atrasada. Os outros seis, já descontados na folha de pagamento de setembro, seriam devolvidos imediatamente aos grevistas, mas haveria desconto a partir de janeiro, parcelado em até 12 meses. A categoria pede aumento linear de R$ 200, reajuste de 7,16% referente a perdas com inflação, entre outros. Em três semanas de paralisação, houve atraso na entrega de 147 milhões de cartas e encomendas. O plano da empresa era normalizar os serviços na próxima semana. A ECT contabilizou um prejuízo diário de R$ 20 milhões.
Greve dos Correios pode ser julgada na semana que vem, diz TST
Informação é do presidente do Tribunal, ministro João Oreste Dalazen.
Nesta quarta-feira, principais sindicatos rejeitaram proposta dos Correios.
Alexandro Martello e Fabíola Glenia
Do G1, em Brasília e em São Paulo
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Assembleia no DF rejeita proposta da direção dos
Correios (Foto: André Dusek/AE)
O julgamento da greve dos Correios poderá acontecer na próxima semana pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), segundo informou nesta quarta-feira (5) o presidente do órgão, ministro João Oreste Dalazen.
"Se não houve aprovação da proposta de conciliação, o passo seguinte é o encaminhamento imediato do processo ao Ministério Público do Trabalho para emissão de um parecer. Em seguida, o sorteio de um relator e o julgamento que poderá ocorrer na próxima semana ainda", declarou Dalazen a jornalistas.
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Principais sindicatos rejeitam proposta dos Correios, diz Fentect
Empresa e trabalhadores têm até segunda-feira (10) para tentar uma nova conciliação.
Assembleias
Os trabalhadores dos Correios, em greve desde o dia 14 de setembro, recusaram a proposta da direção da Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) firmada na terça-feira (4) no Tribunal Superior do Trabalho (TST) para colocar fim à paralisação.
Até perto das 19h desta quarta-feira (5), 24 sindicatos haviam rejeitado a proposta, após realização de assembleias, segundo José Gonçalves de Almeida, diretor da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect).
São eles: Acre, Amazonas, Bahia, Campinas (SP), Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Santa Maria (RS), Santos (SP), São José do Rio Preto (SP), São Paulo, Sergipe, Uberaba (MG) e Vale do Paraíba (SP).
Proposta
Na véspera, a Fentect aceitou o acordo que foi levado para votação em assembleias nesta quarta. O documento precisaria ter o apoio de pelo menos 18 dos 35 sindicatos vinculados à entidade para passar a valer e, caso fosse aprovado, os funcionários retornariam ao trabalho já na quinta-feira.
A proposta encaminhada e rejeitada nas assembleias previa reposição da inflação de 6,87% retroativo a agosto e um aumento linear de R$ 80 a partir de outubro. Dos 21 dias da greve, 15 seriam compensados em finais de semanas e 6 seriam descontados a partir de janeiro de 2012, sendo meio dia por mês, num total de 12 parcelas.
Nas reivindicações da categoria, que tem data-base em agosto, os trabalhadores pedem aumento salarial linear de R$ 200, reposição da inflação em 7,16% e piso salarial de R$ 1.635.
De acordo com Almeida, da Fentect, os principais entraves para o acordo são o desconto dos dias parados e o índice de reajuste oferecido. “Queremos que todo reajuste seja na nossa data-base, que é em agosto. Não queremos receber aumento à prestação. Estamos há quase dois anos sem reajustes, aí oferecem R$ 80, que é um valor irrisório, para pagar em outubro”, defende o diretor. “É impressionante que a melhor empresa deste país paga o pior salário.”
O piso da categoria, atualmente é R$ 807. Outra reivindicação dos trabalhadores é a reposição das perdas salariais acumuladas entre 1994 e 2010, que dariam, segundo a Fentect, 24,72%. “A gente quer este valor pago conforme o crescimento da empresa”, diz.
Posição dos Correios
Em nota, os Correios informa que a direção “empreendeu todos os esforços possíveis para que os empregados voltassem ao trabalho depois de acordo direto, fechado com as entidades sindicais”.
A empresa diz que “mantém as portas abertas para o diálogo e segue defendendo que o retorno à normalidade ocorra da forma mais rápida possível”.
Segundo os Correios, a adesão à paralisação caiu para 23 mil trabalhadores. “Isso significa que 80% do efetivo dos Correios segue trabalhando normalmente, garantindo a maioria dos serviços, com entrega de 2/3 da carga diária.”
Até a terça-feira, cerca de 136 milhões de correspondências estavam atrasadas no país, segundo os Correios.
Nesta quarta-feira, principais sindicatos rejeitaram proposta dos Correios.
Alexandro Martello e Fabíola Glenia
Do G1, em Brasília e em São Paulo
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Assembleia no DF rejeita proposta da direção dos
Correios (Foto: André Dusek/AE)
O julgamento da greve dos Correios poderá acontecer na próxima semana pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), segundo informou nesta quarta-feira (5) o presidente do órgão, ministro João Oreste Dalazen.
"Se não houve aprovação da proposta de conciliação, o passo seguinte é o encaminhamento imediato do processo ao Ministério Público do Trabalho para emissão de um parecer. Em seguida, o sorteio de um relator e o julgamento que poderá ocorrer na próxima semana ainda", declarou Dalazen a jornalistas.
saiba mais
Principais sindicatos rejeitam proposta dos Correios, diz Fentect
Empresa e trabalhadores têm até segunda-feira (10) para tentar uma nova conciliação.
Assembleias
Os trabalhadores dos Correios, em greve desde o dia 14 de setembro, recusaram a proposta da direção da Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) firmada na terça-feira (4) no Tribunal Superior do Trabalho (TST) para colocar fim à paralisação.
Até perto das 19h desta quarta-feira (5), 24 sindicatos haviam rejeitado a proposta, após realização de assembleias, segundo José Gonçalves de Almeida, diretor da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect).
São eles: Acre, Amazonas, Bahia, Campinas (SP), Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Santa Maria (RS), Santos (SP), São José do Rio Preto (SP), São Paulo, Sergipe, Uberaba (MG) e Vale do Paraíba (SP).
Proposta
Na véspera, a Fentect aceitou o acordo que foi levado para votação em assembleias nesta quarta. O documento precisaria ter o apoio de pelo menos 18 dos 35 sindicatos vinculados à entidade para passar a valer e, caso fosse aprovado, os funcionários retornariam ao trabalho já na quinta-feira.
A proposta encaminhada e rejeitada nas assembleias previa reposição da inflação de 6,87% retroativo a agosto e um aumento linear de R$ 80 a partir de outubro. Dos 21 dias da greve, 15 seriam compensados em finais de semanas e 6 seriam descontados a partir de janeiro de 2012, sendo meio dia por mês, num total de 12 parcelas.
Nas reivindicações da categoria, que tem data-base em agosto, os trabalhadores pedem aumento salarial linear de R$ 200, reposição da inflação em 7,16% e piso salarial de R$ 1.635.
De acordo com Almeida, da Fentect, os principais entraves para o acordo são o desconto dos dias parados e o índice de reajuste oferecido. “Queremos que todo reajuste seja na nossa data-base, que é em agosto. Não queremos receber aumento à prestação. Estamos há quase dois anos sem reajustes, aí oferecem R$ 80, que é um valor irrisório, para pagar em outubro”, defende o diretor. “É impressionante que a melhor empresa deste país paga o pior salário.”
O piso da categoria, atualmente é R$ 807. Outra reivindicação dos trabalhadores é a reposição das perdas salariais acumuladas entre 1994 e 2010, que dariam, segundo a Fentect, 24,72%. “A gente quer este valor pago conforme o crescimento da empresa”, diz.
Posição dos Correios
Em nota, os Correios informa que a direção “empreendeu todos os esforços possíveis para que os empregados voltassem ao trabalho depois de acordo direto, fechado com as entidades sindicais”.
A empresa diz que “mantém as portas abertas para o diálogo e segue defendendo que o retorno à normalidade ocorra da forma mais rápida possível”.
Segundo os Correios, a adesão à paralisação caiu para 23 mil trabalhadores. “Isso significa que 80% do efetivo dos Correios segue trabalhando normalmente, garantindo a maioria dos serviços, com entrega de 2/3 da carga diária.”
Até a terça-feira, cerca de 136 milhões de correspondências estavam atrasadas no país, segundo os Correios.
Economia - Greve dos Correios pode ser julgada na semana que vem, diz TST
terça-feira, 4 de outubro de 2011
PSOL, PSTU E PCB organizam ciclo de debate da Frente de Esquerda Os debates vão acontecer nos dias 22 de setembro, 14 de outubro e 29 de novembro na Universidade Federal de Sergipe (UFS).
| por | publicada em: 22/9/2011 Portal Infonet, de Aracaju (SE) | Confira a notícia no site do veículo |
É com o objetivo de fortalecer as lutas do povo e possibilitar a formação para um maior enfrentamento político na defesa dos nossos direitos, que os partidos de esquerda PSOL, PSTU e PCB estão convidando todos os lutadores e lutadoras sociais para o Ciclo de debates da Frente de Esquerda, que ocorrerá nesta os dias 22 de setembro, 14 de outubro e 29 de novembro na Universidade Federal de Sergipe (UFS).
O tema do primeiro debate será “Moradia e Plano Diretor” com o representante do Movimento dos Trabalhadores Urbanos (MOTU) e a professora Vera França do departamento de Geografia da UFS. O segundo debate tratará das discussões acerca do “Agronegócio e Reforma Agrária” com a presença do representante do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST) e a professora Rita Fagundes, do departamento de Engenharia Florestal. O último debate ficará por conta do representante do Movimento Não-Pago, Alexis Pedrão e do militante do PSTU, Zeca Oliveira que debaterão “Transporte Público e Mobilidade Urbana”.
Os debates dos dias 22 de setembro e 29 de novembro ocorrerão na Didática V. Já o debate do dia 14 de outubro será no auditório da Reitoria da UFS. Esta é mais uma atividade da Frente de Esquerda no Estado, demonstrando a necessidade real da unidade política em defesa dos direitos e das lutas do povo.
Ocupe Wall Street! Jovens acampam em centro financeiro dos EUA contra os efeitos da crise e da política econômica de Obama
• Wall Street, coração financeiro do capitalismo mundial, está ocupada por manifestantes desde o dia 17 de setembro. Milhares estão acampados no local em protesto contra as políticas do governo Obama que despejou bilhões de dinheiro público para salvar os bancos. O movimento, denominado “Occupy Wall Street” (ocupe Wall Street), foi convocado pelas redes sociais e tem uma óbvia referência com a ocupação da Praça Puerta del Sol, em Madri, e da Praça Tahir, no Cairo. O movimento surpreende pelo fato de se fortalecer a cada dia, apesar da dura repressão enfrentada pelos manifestantes. No ultimo dia 24, os manifestantes sentiram a mão pesada da repressão. O prefeito de Nova York, o republicano Michael Bloomberg, oitavo homem mais rico dos EUA, ordenou que a polícia reprimisse os acampados, o que resultou na prisão de mais de 80 jovens. No último dia 2, o prefeito novamente apelou para a repressão e ordenou que a polícia investisse contra os manifestantes quando estes tentavam ocupar a Ponte do Brooklin. Cerca de 700 pessoas foram presas. Para prender tanta gente, a polícia usou redes numa verdadeira “pesca” humana. Mas por incrível que possa parecer, o protesto segue com força, e ganha a adesão de intelectuais e artistas, como o diretor de cinema Michael Moore, a atriz Susan Sarandon, Noam Chomsky e Amy Goodman. “Venham todos ocupar Wall Street” , pediu Michael Moore em seu blog. “É a primeira vez que uma multidão de milhares toma as ruas de Wall Street” , prossegue o cineasta. A grande imprensa dos EUA, por sua vez, boicota escancaradamente os protestos. ![]() A manifestação já começa a se estender para outras cidades dos Estados Unidos. Em Boston, Chicago, Los Angeles e Washington as mobilizações contra o sistema financeiro, a ganância e os cortes no orçamento federal americano vão surgindo, embora existam desigualdades. Em Boston, cerca de 3 mil pessoas participaram de uma passeata no dia 1°. Foram presas 24 manifestantes. Seria o início da primavera norte-americana? Tal conclusão seria demasiadamente precipitada. Mas uma coisa é certa. A ocupação mostra que os EUA também estão conectados ao movimento mundial dos “indignados” que, em todo mundo, não para de crescer. | |||||||||||||||
03/10/2011 - 22h21 Grevistas dos Correios fazem protesto em frente à casa de Paulo Bernardo
Trabalhadores grevistas dos Correios fizeram um protesto em frente ao apartamento do ministro Paulo Bernardo (Comunicações) nesta segunda-feira (3), em Curitiba.
Segundo o Sintcom-PR (Sindicato dos Trabalhadores nos Correios do Paraná), cerca de 40 pessoas participaram do ato, que durou aproximadamente 15 minutos. Eles estenderam faixas e gritaram palavras de ordem.
"Foi para ver se o ministro se sensibiliza. Ele está com uma postura radical, não negocia com os trabalhadores", afirma o secretário de finanças do Sintcom-PR, Sebastião Cruz.
A greve dos Correios, que atinge o país inteiro, já dura 20 dias. Os trabalhadores pedem aumento salarial de R$ 200; os Correios oferecem R$ 80.
A direção dos Correios está sob o comando do Ministério das Comunicações, liderado pelo paranaense Paulo Bernardo. O ministro não estava no apartamento no momento do protesto de hoje --Bernardo só frequenta o local aos finais de semana e feriados.
| Editoria de Arte/Folhapress ESTELITA HASS CARAZZAI DE CURITIBA |
Pelas costas dos trabalhadores: diretoria do Sintect-SP está propondo o Banco de Horas novamente
Enquanto os trabalhadores dos Correios lutam contra a ditadura do governo do PT e da direção da empresa que cortou o ponto dos grevistas e se recusa a fazer uma proposta decente, os diretores do Sintect-SP propõem o banco de horas no Ministério Público do Trabalho
O PCdoB/CTB, na diretoria do Sintect-SP (Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de São Paulo), prepara um dos maiores golpes contra a categoria. Os diretores do sindicato, liderados pelo presidente Elias Cesário de Brito Júnior, vulgo Diviza, foram até o Ministério Público do Trabalho para propor aos juízes e à direção da ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos) que os grevistas reponham as horas paradas.
Os diretores do Sintect-SP estão, juntamente com os patrões, trazendo de volta o famigerado Banco de Horas. O mesmo que serviu para a direção da ECT punir os grevistas da greve de 2008. Na greve de 2008, o Banco de Horas foi assinado pelo Bando dos Quatro (PT-PCdoB-PSTU-Psol), obrigando os trabalhadores a trabalharem de graça para a empresa durante meses, durante o período com mais carga de trabalho: o final do ano.
Muitos trabalhadores passaram mais de um ano “pagando” as horas. A empresa utilizou o acordo com o Bando dos Quatro para escravizar ainda mais os trabalhadores, que ficaram submetidos ao assédio moral das chefias dentro dos setores. Os chefes usaram o banco de horas para humilhar e desmoralizar os grevistas, obrigados a passar até duas horas a mais no setor sem receber nada a mais por isso.
O documento assinado pelos diretores do Sintect-SP e pelos procuradores regionais do trabalho, no dia 30 de setembro, afirma o seguinte:
“A empresa formulará escala de serviço, quanto aos grevistas, de comum acordo com os trabalhadores (podendo ser ouvido o sindicato local), de modo a primar pela reposição da carga horária mensal e evitar descontos salariais”
Enquanto a categoria está lutando contra a ditadura da empresa e do governo do PT que cortou o ponto dos trabalhadores, os pelegos do Sintect-SP (PCdoB) querem entrar em um acordo para acabar com a greve e favorecer de todas as maneiras a direção da ECT.
O Bando dos Quatro está fazendo a campanha de que seria uma enorme vantagem para os trabalhadores se a empresa não descontasse os dias parados. Essa política já é uma tolice por si só. Ninguém entra na greve para não ter os dias descontados, mas para conquistar suas reivindicações.
No entanto, essa campanha do Bando dos Quatro esconde mais uma traição gigantesca contra a categoria: o banco de horas. O que os traidores, liderados pela diretoria do Sintect-SP, querem é que os grevistas sejam devidamente punidos por terem feito a greve. A política do Sintect-SP revela mais uma vez a política patronal do PCdoB/CTB, um grupo organizado para atacar os trabalhadores e favorecer a direção da empresa.
Traição da direção da CTB com o Ministério Público gera crise interna.
oa noite Reginaldo e camaradas da CTB Correios !
Nunca quis atropelar o comando mas sim abrir as portas para
podermos melhor atender a nossa categoria !
Não irei admitir insinuações do Senhor !
Talves não tenha a sua esperiencia e de muitos da CTB Correios
mas uma coisa garanto sempre fui fiel a minha corrente e tenho
carater e nunca me envolvi em fofocas do meio sindical mas não
posso dizer o mesmo do Senhor !
Acredito que na segunda feira iremos tirar as nossas diferenças ,
e esclrecermos estas ensinuações que o senhor atribui a minha pessoa .
E ao comando sempre respeitei e continuarei respeitando até o dia que
for destituida.
E iremos mandar o onibus a Brasilia mas não se esqueça nós de São Paulo não somos seu
tarefero !
Dede já agradeço a atenção dada !
Nunca quis atropelar o comando mas sim abrir as portas para
podermos melhor atender a nossa categoria !
Não irei admitir insinuações do Senhor !
Talves não tenha a sua esperiencia e de muitos da CTB Correios
mas uma coisa garanto sempre fui fiel a minha corrente e tenho
carater e nunca me envolvi em fofocas do meio sindical mas não
posso dizer o mesmo do Senhor !
Acredito que na segunda feira iremos tirar as nossas diferenças ,
e esclrecermos estas ensinuações que o senhor atribui a minha pessoa .
E ao comando sempre respeitei e continuarei respeitando até o dia que
for destituida.
E iremos mandar o onibus a Brasilia mas não se esqueça nós de São Paulo não somos seu
tarefero !
Dede já agradeço a atenção dada !
SINTECT-SP
Elias Cesário Brito Junior - DIVIZA
Presidente
55 11 3822-5598 / 8529-2957
Rua Canuto do Val, 169 - Santa Cecília.
www.sintect-sp.org.br
Gestão 2011-2015
RESPONSABILIDADE E MAIS CONQUISTASSaudações Sindicais!!!
RESPONSABILIDADE E MAIS CONQUISTASSaudações Sindicais!!!
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Ah! Desgraçados!
Um irmão é maltratado e vocês olham para o outro lado?
Grita de dor o ferido e vocês ficam calados?
A violência faz a ronda e escolhe a vítima,
e vocês dizem: "a mim ela está poupando, vamos fingir que não estamos olhando".
Mas que cidade?
Que espécie de gente é essa?
Quando campeia em uma cidade a injustiça,
é necessário que alguem se levante.
Não havendo quem se levante,
é preferível que em um grande incêndio,
toda cidade desapareça,
antes que a noite desça.
domingo, 2 de outubro de 2011
ALGUNS DIZEM QUE A LUTA ACABOU QUE A INJUSTIÇA REINA, IMBATÍVEL...
A injustiça avança hoje a passo firme.
Os tiranos fazem planos para dez mil anos
Nenhuma voz além da dos que mandam.
O poder apregoa: as coisas continuarão a ser como são.
Quem ainda vive nunca diga: nunca!
O que é certo não está certo
Assim, como está, não ficará.
Depois de falarem os dominantes
Falarão os dominados.
Quem pois ousa dizer: nunca?
Se a opressão permanece a quem se deve ? A nós.
De que depende que ela acabe? Também de nós.
O que é esmagado, que se levante!
O que está perdido, lute!
Quem conhece a situação, por que ficará parado?
Porque os vencidos de hoje serão os vencedores de amanhã
E nunca será: ainda hoje.
~ BERTOLD BRECHT
Nossos inimigos dizem
Nossos inimigos dizem:
A luta terminou.
Mas nós dizemos: ela começou.
Nossos inimigos dizem:
A verdade está liquidada.
Mas nós dizemos: Nós a sabemos ainda.
Nossos inimigos dizem:
Mesmo que ainda se conheça a verdade
Ela não pode mais ser divulgada.
Mas nós a divulgamos.
É a véspera da batalha.
É a preparação de nossos quadros.
É o estudo do plano de luta.
É o dia antes da queda
De nossos inimigos.
~ BERTOLD BRECHT
Casaldáliga estabelece a necessidade humana de comungar com a Terra, alertando para as divisões e exclusões que integram o quadro de um mundo condenado.
Malditas sejam
todas as cercas!
Malditas todas as
propriedades privadas
que nos privam
de viver e de amar!
Malditas sejam todas as leis,
amanhadas por umas poucas mãos
para ampararem cercas e bois
e fazer a Terra, escrava
e escravos os humanos!
Outra é a Terra nossa, homens, todos!
A humana Terra livre, irmãos!
(Terra nossa, liberdade. In: Águas do tempo)
A poesia de Casaldáliga participa da consciência desse sentimento de exclusão do homem pelo próprio homem, o que gera questões nos poemas que soam como gritos de alerta e chamada para o povo:
Roubaram as terras índias
e batizam as fazendas
com nomes índios ausentes.
Aritana, onde estás?
Debaixo da terra os mortos
pedem os cantos da tribo...
e só respondem os bois
calçando a paz invadida.
Aqui onde a mata um dia
erguera seus arcos verdes,
se alastra o capim exangue.
O sol, que foi testemunha,
se vinga no chão despido.
E pela estrada invasora
a siriema costura
uma lembrança impotente.
(Roubaram as terras índias)
Natal Dom Pedro Casaldáliga
É difícil detectar O Anúncio em meio a tantos anúncios que nos invadem.
Ainda existe Natal?
Natal é a Boa Nova?
Natal é também Páscoa?
Natal é a Boa Nova?
Natal é também Páscoa?
Sabemos que «não há lugar para eles».
Sabemos que há lugar para todos,
até para Deus...
Sabemos que há lugar para todos,
até para Deus...
O boi e a mula,
fugindo do latifúndio,
se refugiaram nos olhos desta Criança.
fugindo do latifúndio,
se refugiaram nos olhos desta Criança.
A fome não é só um problema social,
é um crime mundial.
é um crime mundial.
Contra o Agro-Negócio capitalista,
a Agro-Vida, o Bem Viver.
a Agro-Vida, o Bem Viver.
Tudo pode ser mentira,
menos a verdade de que Deus é Amor
e de que toda a Humanidade
é uma só família.
menos a verdade de que Deus é Amor
e de que toda a Humanidade
é uma só família.
pequeno, pobre, impotente,
mas trazendo-nos a sua Paz.
A dona Maria e o seu José
continuam na comunidade.
A Veva continua sendo tapirapé.
O sangue dos mártires
continua fecundando a primavera alternativa.
Os cajados dos pastores
(e do Parkinson também),
as bandeiras militantes,
as mãos solidárias
e os cantos da juventude
continuam alentando a Caminhada.
continuam na comunidade.
A Veva continua sendo tapirapé.
O sangue dos mártires
continua fecundando a primavera alternativa.
Os cajados dos pastores
(e do Parkinson também),
as bandeiras militantes,
as mãos solidárias
e os cantos da juventude
continuam alentando a Caminhada.
As estrelas só se enxergam de noite.
E de noite surge o Ressuscitado.
E de noite surge o Ressuscitado.
«Não tenhais medo».
Em coerência, com teimosia e na Esperança,
sejamos cada dia Natal,
cada dia sejamos Páscoa.
sejamos cada dia Natal,
cada dia sejamos Páscoa.
Amém, Axé, Awire, Aleluia.
Pedro Casaldáliga,
DESPERTAR É PRECISO
Na primeira noite eles aproximam-se e colhem uma Flor do nosso jardim e não dizemos nada.
Na segunda noite, Já não se escondem; pisam as flores, matam o nosso cão, e não dizemos nada.
Até que um dia o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a lua e, conhecendo o nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E porque não dissemos nada, Já não podemos dizer nada.
É Proibido
http://mtscorreios.blogspot.co m/
É Proibido
É proibido chorar sem aprender,
Levantar-se um dia sem saber o que fazer
Ter medo de suas lembranças.
É proibido não rir dos problemas
Não lutar pelo que se quer,
Abandonar tudo por medo,
Não transformar sonhos em realidade.
É proibido não demonstrar amor
Fazer com que alguém pague por tuas dúvidas e mau-humor.
É proibido deixar os amigos
Não tentar compreender o que viveram juntos
Chamá-los somente quando necessita deles.
É proibido não ser você mesmo diante das pessoas,
Fingir que elas não te importam,
Ser gentil só para que se lembrem de você,
Esquecer aqueles que gostam de você.
É proibido não fazer as coisas por si mesmo,
Não crer em Deus e fazer seu destino,
Ter medo da vida e de seus compromissos,
Não viver cada dia como se fosse um último suspiro.
É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar,
Esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se
desencontraram,
Esquecer seu passado e pagá-lo com seu presente.
É proibido não tentar compreender as pessoas,
Pensar que as vidas deles valem mais que a sua,
Não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte.
É proibido não criar sua história,
Deixar de dar graças a Deus por sua vida,
Não ter um momento para quem necessita de você,
Não compreender que o que a vida te dá, também te tira.
É proibido não buscar a felicidade,
Não viver sua vida com uma atitude positiva,
Não pensar que podemos ser melhores,
Não sentir que sem você este mundo não seria igual.Pablo Neruda
É Proibido
É proibido chorar sem aprender,
Levantar-se um dia sem saber o que fazer
Ter medo de suas lembranças.
É proibido não rir dos problemas
Não lutar pelo que se quer,
Abandonar tudo por medo,
Não transformar sonhos em realidade.
É proibido não demonstrar amor
Fazer com que alguém pague por tuas dúvidas e mau-humor.
É proibido deixar os amigos
Não tentar compreender o que viveram juntos
Chamá-los somente quando necessita deles.
É proibido não ser você mesmo diante das pessoas,
Fingir que elas não te importam,
Ser gentil só para que se lembrem de você,
Esquecer aqueles que gostam de você.
É proibido não fazer as coisas por si mesmo,
Não crer em Deus e fazer seu destino,
Ter medo da vida e de seus compromissos,
Não viver cada dia como se fosse um último suspiro.
É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar,
Esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se
desencontraram,
Esquecer seu passado e pagá-lo com seu presente.
É proibido não tentar compreender as pessoas,
Pensar que as vidas deles valem mais que a sua,
Não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte.
É proibido não criar sua história,
Deixar de dar graças a Deus por sua vida,
Não ter um momento para quem necessita de você,
Não compreender que o que a vida te dá, também te tira.
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Não viver sua vida com uma atitude positiva,
Não pensar que podemos ser melhores,
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