quinta-feira, 31 de maio de 2012

Dia 'sem imposto' tem protesto com 



gasolina mais barata pelo país



Motoristas começaram a formar filas desde a madrugada em várias cidades.
Postos de combustível oferecem gasolina com descontos de até 60%.

Do G1, em São Paulo
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Motoristas formam filas para comprar gasolina mais barata em postos do país nesta sexta-feira (25), "Dia sem imposto". Postos em diversas cidades do país vendem o combustível com desconto em protesto contra a carga tributária brasileira.
Desconto de 54% no litro da gasolina vale até fim de estoque de 5 mil litros (Foto: Juliana Cardilli/G1)Em São Paulo, desconto de 54% no litro da gasolina vale até fim de estoque de 5 mil litros (Foto: Juliana Cardilli/G1)
De acordo com a Receita Federal, hoje é Dia Nacional do Contribuinte, instituído em 2010 com o objetivo de mobilizar a sociedade e os poderes públicos para a conscientização e a reflexão sobre a importância do respeito ao contribuinte.
Em nota publicada em seu site, a Receita afirma: “Neste dia, é importante entender que, se de um lado, para manter a integridade do sistema tributário, devem as Administrações Tributárias fornecer aos contribuintes a oportunidade de compreender e cumprir com suas obrigações tributárias de maneira transparente e eficiente, de outro lado é importante ressaltar que os tributos constituem importante instrumento para reduzir as desigualdades sociais e construir uma sociedade mais justa e solidária”.
Protestos
Nas principais capitais do país, postos de gasolina decidiram diminuir o preço desde a madrugada para chamar a atenção sobre a alta carga tributária. Em São Paulo, dezenas de motoristas esperaram pelo menos uma hora na fila para abastecer seus carros com gasolina livre de impostos.
Em um posto da Avenida Sumaré, Zona Oeste da capital paulista, a fila, que começava mais de um quarteirão antes do posto, era recompensada pelo combustível a R$ 1,2677 o litro – um desconto de 53% no valor real, de R$ 2,699.

Motoristas do Distrito Federal aproveitam a promoção de um posto de combustível na 206 Norte. O estabelecimento está comercializando o litro da gasolina a R$ 1,77. Segundo a Câmara de Dirigentes Lojistas Jovem – Seção DF, a ação tem o objetivo de chamar a atenção para a alta carga tributária praticada no Brasil. O preço usual é R$ 2,82.
 
Motoristas formam fila em posto de gasolina com 45% de desconto no RS (Foto: Luiz Carlos Garcia/RBS TV)Motoristas formam fila em posto de gasolina com
45% de desconto em Porto Alegre
(Foto: Luiz Carlos Garcia/RBS TV)
No Rio Grande do Sul, a sexta-feira começou movimentada em um posto de combustíveis na Avenida Cristiano Fischer, no Bairro Petrópolis, em Porto Alegre. Os motoristas formam fila no local onde a gasolina comum está sendo vendida com 45% de desconto, caindo de R$ 2,70 para R$ 1,59. A promoção faz parte do Dia da Liberdade de Impostos.
“Até agora, cerca de 40% do ano, tudo que foi arrrecadado pelo trabalhador é para pagar impostos ao governo. A partir de amanhã, as pessoas começam a trabalhar para si mesmas”, afirma o presidente do Instituto Liberdade, Henri Chazan, uma das entidades organizadoras do evento.
No Espírito Santo, para alertar os consumidores sobre o alto valor da carga tributária, um posto de combustível de Vitória comercializou gasolina a R$ 1,70 o litro. Carros formaram filas que davam várias voltas no quarteirão.
Em Manaus, motoristas também formaram fila na Avenida Djalma Batista, Zona Centro-Sul, onde o preço da gasolina era de R$ 1,90. Atualmente, o litro do combustível custa R$ 2,89 na capital do Amazonas.
De acordo com a coordenadora de sustentabilidade da Câmara de Dirigentes Lojistas Jovem de Manaus (CDL), órgão responsável pela organização do protesto, Natasha Gama, o credenciamento dos carros começou a ser feito às 4h desta sexta. Segundo ela, o primeiro cliente chegou ao posto às 23h de quinta. "Uma mulher de 55 anos dormiu no carro e foi a primeira a ser atendida", disse.
Em Belo Horizonte, um posto de combustíveis que fica no bairro Lourdes, na Região Centro-Sul da capital, vendeu 5 mil litros de gasolina sem a cobrança de tributos, no valor de R$ 1,753. Segundo a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL-BH), a ação é limitada a 100 automóveis e 130 motoclicletas, sendo permitido 34,2 litros por veículo, que corresponde a R$ 60. O litro da gasolina neste posto normalmente é vendida a R$ 2,699.
Um posto de combustível de Salvador, situado na BR-324, ofereceu gasolina com 53% de desconto. Uma longa fila de carros e motos se forma nesta manhã no posto de combustível, que reservou uma de suas bombas para comercializar o litro da gasolina pelo valor de R$ 1,31. Os motociclistas podem abastecer até R$ 10, enquanto os motoristas de carro podem colocar até R$ 20.
Em protesto, posto de Salvador vende gasolina com 53% de desconto (Foto: Egi Santana/ G1)Em protesto, posto de Salvador vende gasolina com 53% de desconto (Foto: Egi Santana/ G1)

Política russa para a Síria gera risco de guerra civil, diz Hillary Clinton

Rússia é contra medidas da ONU para pressionar regime de Assad.
Moscou afirma que sua posição na crise síria é 'equilibrada'..


31/05/2012 07h28 - Atualizado em 31/05/2012 07h28


Da AFP
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A secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, criticou a resistência da Rússia a aceitar ações da ONU para pressionar aSíria e advertiu que isto pode contribuir para uma guerra civil no país, que enfrenta uma revolta popular contra o regime do presidente Bashar al Assad.
"Os russos me dizem que não querem uma guerra civil. Eu disse que a política deles contribuirá para uma guerra civil", declarou Clinton em Copenhague.
Mais cedo, Dmitri Peskov, porta-voz do presidente russo Vladimir Putin, afirmou que a posição do país é equilibrada e não mudará, apesar das pressões de diversos países.
"A posição da Rússia é bem conhecida. É equilibrada e constante", disse Peskov.
"Por isto, não acreditamos que seja apropriado falar de uma mudança de posição ante a pressão".

Após mais de 30 anos, Egito suspende estado de emergência.

Medida foi anunciada pelo Exército, que governa o país interinamente.
País atravessa transição para a democracia após o regime Mubarak.

Do G1, com agências internacionais
O estado de emergência imposto no Egito em 1981 foi suspenso nesta quinta-feira (31), anunciou o Exército, que controla o poder interinamente desde a queda do regime de Hosni Mubarak em fevereiro de 2011.
Em um comunicado publicado pela agência oficial Mena, o Conselho Supremo das Forças Armadas informa que o Exército "continuará assumindo a responsabilidade nacional de proteger a segurança da nação e seus cidadãos uma vez suspenso o estado de emergência, de acordo com a Constituição e as leis".
O estado de emergência foi adotado depois do assassinato do então presidente Anwar al Sadat em 1981, cometido por islamitas.
Desde então, o estado de emergência foi prorrogado ininterruptamente.
A última prorrogação, válida por dois anos, aconteceu em 2010 e era válida até 31 de maio de 2012.
A lei permitia ao governo limitar as liberdades públicas e realizar julgamentos em tribunais de exceção.
O Egito enfrenta uma delicada transição para a democracia após uma rebelião popular ter derrubado Mubarak.
Manifestantes protestam nesta terça-feira (29) na Praça Tahrir, no centro do Cairo, contra o resultado do primeiro turno das eleições presidenciais egípcias (Foto: AP)Manifestantes protestam nesta terça-feira (29) na Praça Tahrir, no centro do Cairo, contra o resultado do primeiro turno das eleições presidenciais egípcias (Foto: AP)
O país já elegeu uma nova Assembleia e realizou o primeiro turno de uma histórica eleição presidencial.

Goleiro Bruno já tem liberdade condicional decretada




O goleiro Bruno Fernandes já tem garantida a liberdade condicional no processo em que cumpre pena por agressão e constrangimento contra a modelo Eliza Samúdio. No processo, Bruno foi condenado a quatro anos e seis meses de prisão. O esportista, no entanto, continuará preso por conta de um outro processo que responde pelo desaparecimento de Eliza.
O pedido de liberdade condicional foi julgado pelo juiz Wagner Cavalieri, da Vara de Execuções Criminais de Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, devido ao fato de o goleiro estar detido na Penitenciária Nelson Hungria, na mesma cidade. De acordo com o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), na condenação do Rio de Janeiro, Bruno já tinha direito à liberdade condicional desde janeiro deste ano pelo tempo de pena cumprida, mas nenhum pedido havia sido feito anteriormente.
No último dia 24, os advogados do goleiro seguiram para Brasília em uma tentativa de apressar o julgamento, pelo Supremo Tribunal Federal, do pedido de habeas corpus no processo pelo desaparecimento. A equipe que faz a defesa do jogador agora trabalha para garantir que Bruno aguarde o julgamento em liberdade.


Leia mais: http://extra.globo.com/casos-de-policia/goleiro-bruno-ja-tem-liberdade-condicional-decretada-5058998.html#ixzz1wSKpIZrX

Noiva do goleiro Bruno comemora condicional no Facebook e 


fala em casamento: ‘Um pé na rua e outro no cartório’



O perfil de Ingrid no Facebook
O perfil de Ingrid no Facebook Foto: Reprodução da internet

A notícia de que o goleiro Bruno de Souza ganhou a liberdade condicional no processo de agressão contra a modelo Eliza Samúdio movimentou o perfil da noiva dele, a dentista Ingrid Calheiros, no Facebook. Apesar do fato de o atleta não poder deixar o Presídio Nelson Hungria, em Minas Gerais, por conta de um mandado de prisão referente a outro processo - o de desaparecimento e morte de Eliza - Ingrid parece ter retomado os planos de casamento.


Leia mais: http://extra.globo.com/casos-de-policia/noiva-do-goleiro-bruno-comemora-condicional-no-facebook-fala-em-casamento-um-pe-na-rua-outro-no-cartorio-5076411.html#ixzz1wSKC5UDr
sexta-feira, 25 de maio de 2012

Movimento sindical dá um passo à frente e dois para trás

Movimento sindical dá um passo à frente e dois para trás


Abril de 2012 corre o risco de ficar na memória como o momento de um revés importante para a classe trabalhadora brasileira. Realizaram-se no Rio de Janeiro e em Sumaré (São Paulo), na segunda quinzena do mês passado, dois encontros de diferentes dimensões, composição e grau de unidade, mas com o mesmo e trágico significado: a consolidação da divisão do movimento sindical combativo brasileiro em duas organizações diferentes.
Por Júnia Gouvêa e Jorge Luís Martins
No Rio de Janeiro, entre 20 e 22 de abril, sob a justa bandeira da luta contra a criminalização dos movimentos sociais, encontraram-se cerca de 500 lutadores da atual Intersindical, das correntes MTL e MES, TLS (Trabalhadores na Luta Socialista) e Unidos para Lutar do PSOL, além de MAS (Movimento Avançando Sindical). Ao fim da reunião, além de votarem um calendário indicativo de lutas e um programa para a ação, resolveram criar “uma mesa de diálogo permanente” entre as correntes que “não estão em nenhuma central”.
Em São Paulo, entre 28 e 30 de abril, a CSP-Conlutas, na qual têm folgada maioria os sindicatos e oposições dirigidos ou influenciados diretamente pelo PSTU, reuniu em seu 1º Congresso Nacional 1.800 delegados, de diversos sindicatos, movimento popular e estudantil. Além de separados, nenhum dos dois encontros deu sinal, nenhum tímido sinal, de lamentar a divisão de 2010 e ensaiar algum gesto de reaproximação, ainda que cuidadosa.
É indiscutível que ambos os encontros, pelo simples fato de reunirem dirigentes e lutadores e permitirem pautas comuns e um mínimo de articulação entre estados e categorias, tiveram resultados pontuais positivos para alguns setores. Afinal, alguma articulação é melhor do que nenhuma. O Congresso da CSP-Conlutas e o Encontro dos Lutadores realizado no Rio de Janeiro, por certo, sem entrar no mérito, aprovaram resoluções importantes. Mas é preciso fazer uma avaliação política do significado da divisão (comparando-se os dois encontros com um encontro unitário, se tivesse ocorrido), diante da força do sindicalismo oficial cooptado pelos governos Lula-Dilma.
A CSP-Conlutas se consolida também como um importante setor do movimento combativo. Mas sua maioria, do PSTU, foi a principal responsável pelo episódio que impôs a divisão no Conclat de Santos, há dois anos. O congresso de Sumaré teve, agora, a oportunidade de esboçar um gesto pela unidade, quando a representante do Andes-SN propôs que se rediscutisse a questão do nome da central – o lamentável mote da divisão em Santos – e a direção da CSP-Conlutas; no entanto, negou-se a dar este passo e sequer chegou a esboçar um balanço do Conclat, como se este simplesmente jamais tivesse acontecido. O mesmo se deu na reunião do Rio de Janeiro. Nenhuma referência ao Conclat, nenhum balanço, nenhuma resolução sinalizando sequer a necessidade genérica da unidade do sindicalismo combativo. Assim, lamentavelmente, começa a se cristalizar entre os lutadores desses dois setores históricos da resistência combativa a lógica da divisão como algo inevitável.
Assim, os dirigentes da esquerda socialista, sejam do PSTU, sejam das correntes do PSOL, sejam do PCB, sem falar evidentemente da ASS – todos do mesmo e importantíssimo campo político nesse debate de recomposição necessária –, levam para o terreno do movimento sindical a experiência de divisão, que já estão implementando há algum tempo no âmbito da participação eleitoral. Ou seja, também no terreno das lutas, deixam a bandeira socialista pulverizada em várias alternativas e enfraquecida aos olhos dos trabalhadores e do povo. Pois não é verdade que dá na mesma estarmos divididos ou não. Todos os que militam no cotidiano dos movimentos sabem bem que a divisão é um obstáculo real, que, dividido, o movimento perde amplitude e potencialidade. Basta ver o último 1º de maio, onde, depois de mais de uma década em que a esquerda socialista esteve unificada, se dividiu em duas manifestações, o que é mais um desastre e vitória da fragmentação em curso.
Há, no entanto, algo mais grave quando a divisão acontece na organização sindical dos trabalhadores. Não somente porque se torna um obstáculo a mais, além do patronal e seus ataques, às vitórias da classe. Quem está ignorando ou menosprezando a divisão da classe, e mais ainda investindo nela, está fazendo exatamente o planejado pelos governos patronais desde FHC, passando por Lula e agora Dilma – cuja política é uma central para cada partido. Está, portanto, adaptando-se à “institucionalidade sindical” desejada por governos e patrões, iniciando um amoldamento ao regime do movimento sindical combativo.
O retrocesso, de 2010 para cá, no caminho da unidade dos socialistas e ativistas combativos numa mesma organização sindical é tão mais grave quanto mais se é consciente das lutas que podem vir por aí. Afinal, quem garante, diante do atual quadro internacional, que o crescimento e estabilidade de hoje se manterão? Quem garante que, no primeiro sinal de desequilíbrio nas contas e lucros, dona Dilma, banqueiros, industriais etc. não venham mais uma vez descontar nos nossos empregos, salários, pensões, aposentadorias, orçamentos da educação e saúde? Prestemos atenção na Europa…
Nesse quadro particularmente difícil, cabe aos militantes e dirigentes sindicais conscientes desse fracionamento nocivo se negarem a cristalizar a divisão. É necessária uma intensa batalha de convencimento político de todos os setores combativos para tentar reverter essa situação. Primeiro incentivando as lutas e sua unificação, independentemente da força da esquerda socialista que conduza cada conflito. E também defendendo ou voltando a defender, em todos os espaços em que nossas entidades participem, a construção de uma central sindical antigovernamental e unitária, compreendendo que as organizações atuais do movimento sindical e popular são todas insuficientes para o enfrentamento necessário ao capital e seus governos (razão pela qual devem ter todas um caráter transitório). Importante lembrar que várias categorias profissionais já aprovaram resoluções neste sentido no último período, o que ainda não tem sido capaz de sensibilizar a cúpula sindical das organizações.
Não é de forma alguma impossível reverter a divisão. Não é nada impossível retomar desde já a luta pela unidade da classe, pela base, nas mobilizações já em curso, e com uma plataforma política comum. Afinal, grande parte das resoluções do encontro do Rio coincide com a maior parte das resoluções do Congresso da CSP-Conlutas. Um movimento nacional pela base, pela unidade, com essa plataforma comum, pode ser um forte pólo de atração para uma nova geração de trabalhadores que estão começando a se mobilizar.
A natureza e o perfil das grandes mobilizações ocorridas na Europa e no mundo árabe mostram o quanto o capitalismo é questionado e quanto é possível um novo mundo – socialista quem sabe. Mas, para que esse novo mundo se construa, a classe trabalhadora precisa se constituir em si, na luta unitária, e para si, na consciência da sua força independente. É esse o sentido histórico da luta pela unidade.
Júnia Gouvêa é trabalhadora da previdência social; Jorge Luís Martins é advogado trabalhista.
Artigo originalmente publicado no Correio da Cidadania

psol50sp.org.b

Auxiliares de Cachoeira se recusam a falar à CPI.

Iara Lemos e Nathalia PassarinhoDo G1, em Brasília
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O ex-sargento da Aeronáutica Idalberto Matias de Araújo, o Dadá, em sessão da CPI do Cachoeira (Foto: Geraldo Magela / Agência Senado)O ex-sargento da Aeronáutica Idalberto Matias de
Araújo, o Dadá, em sessão da CPI do Cachoeira
(Foto: Geraldo Magela / Agência Senado)
O ex-sargento da Aeronáutica Idalberto Matias de Araújo, o Dadá, e o sargento da Polícia MIlitar do Distrito Federal Jairo Martins de Souza, apontados como auxiliares do bicheiroCarlinhos Cachoeira, se recusaram a falar à CPI e foram dispensados pelo presidente da comissão, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB).
De acordo com a PF, Dadá e Jairo atuavam para favorecer o esquema de arapongagem de Cachoeira. Dadá também é citado por ajudar o bicheiro em contatos com órgãos federais.
Nos depoimentos da comissão, os depoentes têm o direito de permanecer em silêncio, como fez o contraventor Carlinhos Cachoeira, em depoimento na última terça.
A sessão da CPI começou por volta das 10h30 com o depoimento do ex-vereador Wladimir Garcez, que leu um documento no qual negou influência no governo de Goiás e depois for interrogado por parlamentares por cerca de uma hora e meia.
Depois, por volta de 12h15, Dadá foi chamado à sala da comissão e dispensado minutos depois após afirmar que não daria esclarecimentos. A sessão chegou a ser suspensa e retomada logo em seguida para o depoimento de Jairo de Souza, que foi dipensado também. Os parlamentares começaram então a discutir se transformam a sessão em reunião administrativa para votação de requerimentos.
ntes do depoimento, o advogado Leonardo Gagno, que representa Dadá e Jairo, já havia afirmado que ambos permaneceriam calados. Diante do anúncio feito pelo advogado, antes de Dadá começar a falar, os parlamentares concordaram em suspender os depoimentos caso os dois se recusassem a responder.
"Temos de mostrar aqui que não estamos num teatro de marionetes", disse o deputado Fernando Francischini (PSDB-PR).
O ex-vereador de Goiânia Wladimir Garcez durante depoimento à CPI (Foto: Agência Brasil)O ex-vereador de Goiânia Wladimir Garcez durante
depoimento à CPI (Foto: Agência Brasil)
Wladimir Garcez
Antes de Dadá, prestou depoimento à comissão o ex-vereador de Goiânia (GO) pelo PSDB Wladimir Garcez, tido como um dos principais auxiliares do contraventor. Ele negou durante depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que "integre qualquer organização criminosa".
À CPI, Garcez leu um depoimento e afirmou que foi contratado pela empresa Delta Construções para assessorar o ex-diretor da empresa no Centro Oeste Cláudio Abreu - que foi preso no mês passado - e negou qualquer influência no governo de Goiás. Após a leitura do texto, Wladimir Garcez se recusou a responder às demais perguntas dos parlamentares.

Dilma faz 12 vetos e 32 modificações ao novo Código Florestal.

Fabiano Costa e Priscilla MendesDo G1, em Brasília
A presidente Dilma Rousseff fez 12 vetos e 32 modificações ao novo Código Florestal, informaram nesta sexta-feira (25) os ministros da Advocacia Geral da União (AGU), do Meio Ambiente, da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário.
O objetivo dos cortes e mudanças no texto aprovado no Congresso, de acordo com o governo, é inviabilizar anistia a desmatadores, beneficiar o pequeno produtor e favorecer a preservação ambiental. Os vetos ainda serão analisados pelo Congresso, que tem a prerrogativa de derrubá-los.
O veto é parcial em respeito ao Congresso Nacional, à democracia e ao diálogo com a sociedade. Foi motivado, em alguns casos, pela segurança jurídica. Em outros, pela inconstitucionalidade"
Izabella Teixeira, ministra do Meio Ambiente
O prazo para sanção do texto, que trata sobre a preservação ambiental em propriedades rurais, vencia nesta sexta. Para suprir os vácuos jurídicos deixados com os vetos, a presidente Dilma Rousseff vai assinar uma medida provisória que será publicada na segunda-feira (28) no "Diário Oficial da União" juntamente com o Código Florestal, informou o ministro da AGU, Luís Inácio Adams.
"São 12 vetos, são 32 modificações, das quais 14 recuperam o texto do Senado Federal, cinco respondem a dispositivos novos incluídos e 13 são adequações ao conteúdo do projeto de lei. Uma medida provisória deverá ser publicada em conjunto com a publicação dos vetos na segunda-feira", afirmou Adams.
No Congresso, ministros de Dilma participaram das discussões para o texto aprovado no Senado. No entanto, o projeto foi modificado na Câmara em uma derrota imposta ao governo pela bancada ruralista.

Palmeiras e Coritiba decidem em casa semifinais da Copa do Brasil.

Por GLOBOESPORTE.COMRio de Janeir

Grêmio e São Paulo serão os mandantes nas partidas de ida. Datas e horários dos duelos ainda não estão definidos.

Coritiba e Palmeiras decidirão em casa as semis da Copa do Brasil. Em sorteio na sede da CBF, na tarde desta sexta-feira, os times, que encaram respectivamente São Paulo e Grêmio por uma vaga na final, conquistaram o direito de mandar o jogo de volta diante de suas torcidas. As datas e horários ainda serão divulgadas, mas os duelos de ida serão realizados nos dias 13 e 14 de junho, enquanto as partidas decisivas estão agendadas para os dias 20 ou 21 do mesmo mês.
Maikon Leite, Palmeiras (Foto: Diego Ribeiro / Globoesporte.com)
Maikon Leite está em alta com o técnico Felipão
(Foto: Diego Ribeiro / Globoesporte.com)
Depois de superar o Bahia nas quartas de final, o Grêmio entra na reta final da competição nacional para tentar se isolar como o maior campeão. Atualmente, o time gaúcho tem quatro títulos e está empatado na liderança desse ranking com o Cruzeiro, que foi eliminado nas oitavas de final, diante do Atlético-PR. O Furacão, por sua vez, deixou a competição após cair justamente diante do Verdão, adversário dos gremistas nas semis.
Para avançar na Copa do Brasil, o Palmeiras aposta na experiência do técnico Luiz Felipe Scolari. Ele tem nada menos do que três taças da competição no currículo. Uma pelo Criciúma (em 1991), outra à frente do próprio Verdão (em 1998) e uma terceira exatamente pelo Grêmio (em 1994).
Deu São Paulo! Jadson vence briga paulista por gol mais bonito da rodada
Dentre tantos experientes em Copa do Brasil, São Paulo e Coritiba buscam seu primeiro título. Depois de bater na trave e perder a decisão de 2011 para o Vasco, o Coxa aposta no desempenho no Couto Pereira para, enfim, levara taça. Foram quatro triunfos – o último sobre o Vitória – e sempre com pelo menos dois gols de saldo.
O São Paulo, por outro lado, tem retrospecto semelhante no Morumbi. Foram três vitórias em três jogos – não precisou encarar o Bahia de Feira de Santana-BA na segunda fase – e também sempre com ao menos dois gols de saldo – a última vítima foi o Goiás.
Mulher de 104 anos quebra recorde de mais velha no mundo a saltar de parapente

Peggy saltou de parapente

Peggy McAlpine tem dois filhos, quatro netos, dois bisnetos. E agora possui também o título de mais velha no mundo a saltar de parapente. A centenária, de 104 anos, está prestes a entrar no Guinness Book pela segunda vez em cinco anos, como a mais idosa a praticar o esporte.
- Eu curti cada minuto do salto. Foi melhor do que da última vez. Eu certamente gostaria de fazer isso de novo. Especialmente se alguém resolver tirar meu recorde - garantiu ela, em entrevista ao Sunday Express.
Peggy, que anda em cadeira de rodas, fez questão de dizer que só topou saltar novamente porque uma americana de 101 anos havia superado o recorde dela. Para ter o título de volta, ela pulou de uma altura de 731,5 metros, no Chipre, acompanhada de um instrutor.


A mulher de 104 anos contou com a ajuda de instrutores


Peggy afirmou ainda que “ama estar nas alturas”. A primeira vez em que ela praticou um esporte radical foi aos 80 anos, quando o neto a levou para saltar de bungee jumping.
O salto de Peggy foi gravado e depois publicado no YouTube. Agora, ela aguarda que os fiscais do Guinness confirmem o novo recorde. Mas já comemorou com uma taça de champanhe, assim que pisou em terra firme.


Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/mundo/mulher-de-104-anos-quebra-recorde-de-mais-velha-no-mundo-saltar-de-parapente-4773568.html#ixzz1vuI5qGEj
quinta-feira, 24 de maio de 2012

MP 568/12 coloca médicos em estado de alerta

Entidades de representação dos profissionais querem a alteração de pontos da regra para evitar a redução em 50% dos salários de 48 mil médicos da rede federal

Os conselhos de medicina de todo o país estão em alerta por conta da edição da Medida Provisória 568/2012, pelo Governo Federal. A regra, editada em 11 de maio, visa equiparar os salários dos servidores federais. No caso dos médicos, ela tem um efeito perverso, pois reduz em 50% os vencimentos dos profissionais da área em nível federal, tanto ativos, quanto inativos. O problema afeta perto de 48 mil servidores e já causa protestos em vários estados. Para o presidente em exercício do Conselho Federal de Medicina (CFM), Aloísio Tibiriça Miranda, as entidades médicas e os profissionais devem acompanhar de perto a tramitação da proposta e sensibilizar os parlamentares e os gestores sobre a necessidade de modificá-la.

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“Essa medida desconsidera a Lei 3999, que desde 1961 determina uma carga horária semanal de 20 horas para médicos, diferente dos demais servidores, cuja carga é de 40 horas. O texto também não leva em conta a Lei 9436, de 1997, que permite aos médicos que já trabalham 20 horas solicitar outras 20 horas, ficando com um total de 40 horas semanais e estendendo integralmente tal benefício à aposentadoria e às pensões. Ou seja, há distorções que precisam de correção”, ressalta Miranda.

A MP tenta compensar as perdas ao criar a Vantagem Pessoal Nominalmente Identificada (VPNI), que corresponde à diferença entre os salários anteriores e a nova tabela. No entanto, a VPNI terá um valor fixo, e dele será descontado reajustes regulares e adicionais de progressão, afetando inclusive aposentados e pensionistas. A VPNI também absorverá os adicionais de insalubridade e periculosidade da categoria.

Segundo a presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj), Márcia Rosa de Araújo, a MP 568/2012 traz enormes prejuízos para a assistência oferecida pela rede pública. “Já é cada vez mais difícil atrair médicos para o SUS por conta da falta de estrutura e dos baixos salários, e agora criam mais esse empecilho. Essa Medida prejudica a população”, alerta.

Para entender melhor a MP 568/2012, confira abaixo alguns destaques e esclarecimentos feitos com base no texto da regra publicada no Diário Oficial da União:

1. O governo federal publicou a Medida Provisória 568 que trata de alterações em planos de carreira, tabelas salariais e gratificações para dezenas de categorias em diversos órgãos públicos.

2. A maioria das medidas traz benefícios de pequeno impacto econômico, como é o caso dos docentes das universidades federais, que terão um aumento médio entre 4 e 5%. Em geral, refletem meses de negociação entre o Ministério do Planejamento e os respectivos sindicatos.

3. Sem nenhum debate prévio com qualquer entidade, nos artigos de 42 a 47, as tabelas salariais de todos os médicos civis do serviço público federal são reduzidas em 50%.

4. Os médicos têm carga horária semanal de 20h semanais há mais de 50 anos, e todas as tabelas estão nessa base. De acordo com a Lei 9.436/97, podem optar por 40h semanais, recebendo como se fossem duas situações de 20h, e com o direito de estender seus vencimentos aos benefícios de aposentadoria e pensão.

5. O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão alega que é necessário equiparar as tabelas dos médicos às dos demais profissionais de nível superior, o que significa passar as atuais tabelas de 20h para 40h sem ajuste dos vencimentos, quer dizer, os reduz à metade.

6. A MP 568 não extingue o regime de 20h, mas lhe atribui metade do valor da nova tabela de 40h, já reduzida à metade, de modo que também corresponderá a 50% do valor atual.

7. As medidas se estendem aos atuais aposentados e pensionistas.

8. Como a Constituição não admite redução de salários ou vencimentos, a MP 568 institui a Vantagen Pessoal Nominalmente Identificada (VPNI), que corresponde à diferença entre a tabela atual e a nova. Assim, aproximadamente metade do valor percebido pelos médicos federais será transformada em VPNI.

9. Quaisquer reajustes de tabelas salariais, aumentos por progressão funcional ou titulação a que o médico, na ativa ou aposentado, fizer jus serão descontados dessa Vantagem Individual, de modo que seus vencimentos ficarão congelados até que o valor corresponda a 50% da tabela original. Por exemplo, o título de mestrado pode valer 50% de gratificação sobre o vencimento básico, na carreira das universidades, e simplesmente não gerar qualquer impacto, além da redução da VPNI.

10. A medida afeta mais de 42 mil médicos ativos e inativos do Ministério da Saúde e 6.400 ativos do MEC e outros, de inúmeras instituições.
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