segunda-feira, 22 de julho de 2013

CAMPANHA SALARIAL 2013/2014

XXXI CONSELHO NACIONAL DE REPRESENTANTES DA

 FENTECT

(CONREP) APROVA: EIXOS DA CAMPANHA
  
SALARIAL 2013/2014 . 

A campanha salarial dos trabalhadores dos correios se dá em um momento muito importante das lutas sociais no País. milhares de pessoas estão saindo as ruas para lutar por Saúde, Moradia, Educação, Lutar contra a corrupção e as politicas econômicas regionais e nacional impostas pelo capitalismo e seguidas a risca pelos Governos do PT E PSDB.
 Unificar as lutas.
É  preciso unificarmos as campanhas que acontecem neste segundo semestre,Bancários,Petroleiros, Químicos, Construção Civil, Correios e ETC; É hora de  irmos as ruas juntos, para podermos derrotar os ataques preparados pelo governo do PT, e os dirigentes sindicais traidores que atuam no movimento com o intuito de barrar as lutas e dá apoio ao Governo Dilma.
20 de julho de 2013 - Campanha Salarial 2013-2014.

Os delegados do XXXI CONREP aprovaram:
Eixos de luta para a Campanha Salarial 2013/2014.

1 – Reajuste de 47,8%.


Sendo: 7,13% de inflação, 15% de aumento real, 20% de 

reposição das perdas

2 – Aumento linear de R$ 200,00

3 – Contratação já de 110 mil trabalhadores

4 – Pelo fim do SAP SARG e GCR

5 – Contra a PLR 4330 da terceirização

6 – Anistia a todos os trabalhadores. Sanção presidencial do PLC 83/2007 com retorno imediato dos demitidos, já!
7 – Em defesa do Postalis/BD

8 – Em defesa do Correios Saúde. Não ao Postal Saúde!
9 – Pelo fim do Assédio Moral

10 – Pela redução da jornada de trabalho para 30h semanais. 6h para atendentes comerciais!
11 – Por segurança a todos os trabalhadores

12 – Entrega pela manhã em todo o país

13 – Por um Correios 100% estatal

14 – Não ao PCCS 2008 da escravidão

 
sexta-feira, 12 de julho de 2013

Os trabalhadores dos correios também estiveram presente nos atos em boa parte do País.

MILHARES DE TRABALHADORES E ESTUDANTES LOTAM AS RUAS DO BRASIL .
Milhares de trabalhadores e estudantes saíram as ruas neste dia 11/07 para protestar por mais saúde, educação moradia.
As manifestações do dia nacional de luta, chamadas pela Intersindical e demais centrais, se espalhou pelo País, diversas atividades aconteceram em muitas cidades do Brasil, estudantes trabalhadores e movimentos sociais se juntaram com uma bandeira de luta unificada. foto: João Carlos Novaes.
Além dos principais eixos acordados pelas centrais sindicais como fim do fator previdenciário, redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais sem redução de salários, fim dos leilões das reservas de petróleo, contra o PL 4330 que regulariza a terceirização e a precarização no trabalho, entre outras, também se exigiamos :
 Pela anulação da Reforma da Previdência de 2003.(paga com o dinheiro do mensalão)
Não a privatização da Saúde através das OSs.
Fim dos despejos dos sem teto e sem terras das áreas ocupadas.
Abaixo a Lei de Exceção da Copa do Mundo, investigação das obras dos estádios.
Cumprimento das demarcações de terras dos povos indígenas.
Abaixo a homofobia e toda forma de opressão: Fora Feliciano da CDH.
Pelo fim da violência policial: Desmilitarização da PM.
Por uma verdadeira Reforma Política que atenda os interesses da classe trabalhadora.
Tarifa Zero e estatização do transporte.
10% do PIB para a educação pública já.
foto do site da intersindical.
Protesto contra irregularidades na empresa e na defesa
de reivindicações históricas dos trabalhadores marcaram
ato na madrugada do (dia 11).

Ato dos Químicos Unificados na Natura, em Cajamar, hoje, pelo Dia Nacional de Lutas.

Os Químicos Unificados definiram por realizar o ato em frente à Natura porque a empresa, embora seja de capital nacional, tem perfil de multinacional. Ela emprega 5.500 trabalhadores e atua em diferentes locais. Apesar de vender a imagem de um ambiente saudável e perfeito, o sindicato conhece de perto os problemas. “Hoje a Natura pratica uma jornada de revezamento de turnos aos sábados, extensa e vencida desde 2011. A participação nos lucros e resultados (PLR) está com negociação atrasada e sabemos que a empresa pode pagar muito mais, mas não há transparência e esclarecimentos sobre os valores. O plano de cargos e salários também é motivo de queixa por parte dos trabalhadores, uma vez que o salário médio é de R$ 1.200,00”, afirma a dirigente do Unificados Nilza Pereira. 

foto do site da intersindical.
Os trabalhadores dos correios também estiveram presente nos atos em boa parte do País.
Os trabalhadores dos correios (ECT), Também estiveram presentes neste dia nacional de luta,em diversas cidades os ecetistas se fizeram presente com suas faixas e cartazes denunciando a sobre-carga de trabalho, as terceirizações que tem avançado muito na categoria, a mudança proposta pela direção da empresa no plano de saúde,contrataçãode novos funcionários entre outros pontos.
ECETISTAS DE  SÃO PAULO FICAM DE FORA DA LUTA .
Em uma atitude de covardia e de colaboração direta com a direção dos CORREIOS DR/SPM,a direção do sindicato dos correios de São Paulo capital que é dirigido por um grupo ligado á CTB / PC do B, decidiram que a categoria não iria participar do dia nacional de lutas, como sempre manobraram a assembléia e não permitiram que a oposição defendesse a paralisação da categoria. Este grupo tem dirigido a categoria de forma burocrática e anti-democrática, com ações anti-sindicais, não permitindo que aqueles que se opõe a suas idéias tenha voz nos fóruns da categoria.
DEMOCRACIA JÁ NO SINTECT-SP.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

GREVE GERAL NO BRASIL....

TRABALHADORES DOS CORREIOS JUNTOS NA GREVE GERAL

Temos visto no últimos dias um levante popular, porém o Governo Dilma, juntos com seus aliados e inclui-se ai, PSDB/DEM, não tem dado á devida atenção aos clamores populares, por isso é necessário que o povo se levante novamente, só que dessa vez, em uma GREVE GERAL com todos os setores da economia, queremos melhorias na saúde, educação, moradia, queremos ter direito á uma aposentadoria digna....queremos o FIM DOS LEILÕES DO PETRÓLEO, FIM DAS PRIVATIZAÇÕES E TERCEIRIZAÇÕES....

Terceirização e sucateamento, isso foi o que o governo do PT ampliou nos correios.
A cada dia passa vemos o sucateamento cada vez maior dentro dos correios, a terceirização tem aumentado embora que a justiça federal de Brasília tenha decidido que a ECT, não pode mais contratar trabalhadores sem concurso.
Recentemente vimos em diversas unidades da DR/SPM, o acúmulo de lixo, e a sujeira que tomou de diversos setores, isso tudo fruto da má administração pela qual vem passando a empresam São feitos contratos com as terceirizadas, estas recebem o dinheiro dos correios, mas na hora de pagar os funcionário, elas deixam os trabalhadores sem receber e desaparecem dos setores, mas isso tem que mudar: por isso orientamos todos(as) os (as) trabalhadores (as), que tomaram calote das terceirizadas a entrarem com processos trabalhistas contra a ECT,  pois esta foi quem se beneficiou dos serviços, e não foi responsável o suficiente pra fiscalizar seus parceiros...
FIM DA DUPLA FUNÇÃO PARA OS ATENDENTES COMERCIAIS. 
Neste contexto de privatização e precarização do trabalho, exigimos o fim da dupla função nos balcões de atendimento da ECT, pois o atendente comercial hoje faz os serviços de correspondente bancário e de agente de correios e só recebe por uma unica função a de atendente comercial... além disso queremos a redução da jornada de trabalho para 30 HORAS semanais sem redução salarial.
Transformar o Adicional de Risco em Insalubridade JÁ.   
os trabalhadores dos correios todos os dias são vítimas fáceis de assaltos, tantos nas agencias na captação de correspondência, quanto na rua na entrega das mesma ao seu destino final, além das doenças ocupacionais, como câncer de pele devido a sua exposição direto aos raios solares nos horários considerados de alto risco. POR ESTE MOTIVO EXIGIMOS QUE O ADICIONAL DE RISCO PAGO SOBRE O SALÁRIO, SEJA TRANSFORMADO EM ADICIONAL DE INSALUBRIDADE, E ESTENDIDO AOS MOTORISTAS, ATENDENTES COMERCIAIS E OPERADORES DE TRIAGEM.

Construir e participar do Dia Nacional de Lutas com greves e mobilizações.
A enorme maioria dos que se manifestam nas ruas quer mudanças profundas na realidade brasileira. E a construção das lutas no dia 11 deve articular um conjunto de medidas que demonstre qual país queremos. Além da pauta unitária do movimento sindical, que contém em geral os eixos principais, a INTERSINDICAL é parte de um conjunto amplo de organizações que entende ser necessário abarcar outras bandeiras populares no debate com os trabalhadores, a juventude e a sociedade.
Para a INTERSINDICAL, a construção do dia de luta unitário deve ser precedida de outras atividades também unitárias, recusando ações unilaterais.  




Dinheiro público para as políticas públicas
Para garantir o atendimento da pauta unitária é necessário mudar a política econômica. A política fiscal reafirmada pela presidente Dilma não permite a melhoria dos serviços públicos na medida das necessidades. Para a INTERSINDICAL, O fim do superávit primário e a destinação dos recursos para as políticas públicas devem estar no centro do debate. 
A enorme maioria da população não aceita os gastos com a copa e a construção de estádios, que só beneficiam empreiteiras e outras grandes empresas.
Ainda mais grave que isso, é a destinação da metade da arrecadação do governo federal – e de parcela significativa do orçamento dos Estados e municípios - para o cofre dos bancos e rentistas, na forma de juros e amortização de uma dívida que precisa ser auditada. 
Chega de abrir mão de serviços públicos de qualidade enquanto os governos drenam recursos públicos para engordar as fortunas de banqueiros, rentistas e multinacionais!
As cartolinas dos manifestantes precisam denunciar o altíssimo lucro dos bancos, amealhados com a sangria do tesouro nacional e também com a exploração dos clientes e da população que pagam tarifas caríssimas e altíssimas taxas de juros aos banqueiros! 
Duas décadas de mercantilização da saúde, educação e transporte coletivo, tornando-os simples fontes de altíssimos lucros para grupos empresariais é o que impede o exercício desses direitos fundamentais.
Entendemos que é preciso exigir do governo Dilma a inversão desse modelo. Investir 10% do orçamento federal na saúde pública, desprivatizar o setor e fortalecer o SUS público e estatal é condição para garantir saúde pública de qualidade para todos/as. 
Valorização efetiva do magistério, investimento de 10% do PIB para a educação pública e fim das políticas mal chamadas “meritocráticas” e a aplicação do PNE da sociedade são o caminho para dotar a escola pública de condições para efetivar o processo de ensino-aprendizagem. Para isso, é pressão total sobre os governos federal, estaduais e municipais.
Tirar das empresas privadas o domínio do transporte coletivo, garantir o passe livre e o direito a cidade para todos também é importante no processo de construção e participação no Dia Nacional de Mobilizações. 
A necessária democratização dos meios de comunicação também deve ser estampada nos cartazes e bandeiras que saem às ruas. É preciso acabar com o monopólio controlado por meia dúzia de famílias que impede a livre comunicação e a liberdade de imprensa! Basta de manipulação orquestrada por quem quer mudar tudo para tudo continuar como está.
A reforma agrária, abandonada pelo governo Dilma, o apoio decisivo para a agricultura familiar, que é o que garante a produção de alimentos e o fim dos privilégios ao agronegócio precisam voltar para o centro da pauta dos setores compromissados com a mudança social. 
O direito a moradia digna para todos, recusando a espoliação levada a cabo pela especulação imobiliária, também é parte da afirmação do Brasil que os que vivem do trabalho merecem e precisam.
A desmilitarização das polícias e o fim da violência contra, principalmente, a juventude pobre e negra, também é parte do modelo de País que queremos. É preciso enterrar o entulho autoritário e discriminatório que marca o Estado brasileiro! 
É preciso denunciar as várias formas de opressão de gênero, etnia, de orientação sexual, avançando nas liberdades democráticas fundamentais para um convívio saudável com a diversidade humana.   
É importante debater, também, qual modelo de desenvolvimento o Brasil deve trilhar. O respeito aos bens da natureza e o modelo que enxerga o meio ambiente apenas como recurso e fonte de lucros privados não pode ser reforçado. Neste aspecto, por fim aos leilões do petróleo é uma medida urgente. 
Por fim, mas não menos importante, a mudança das estruturas políticas. O fim do financiamento privado das campanhas eleitorais, entre outras medidas, para acabar com a ação dos corruptos e corruptores é necessário para atender a voz legítima do clamor popular cansado do Estado patrimonialista.
Evitar o predomínio do poder econômico na definição dos rumos do País é condição para mudar a realidade brasileira. Um plebiscito que garanta a efetiva participação popular na reforma política, garantindo aos setores populares e progressistas as condições para o esclarecimento à população de propostas que avancem na democratização do processo é importante e desejável. Basta do controle do poder econômico e dos interesses alheios a maioria do povo brasileiro. 
Esses elementos são parte do processo de construção da luta deste período tão importante aberto com as manifestações de indignação e a insatisfação popular com a permanência de um modelo que há mais de duas décadas não permite à maioria do povo brasileiro exercer seus direitos de forma plena.
Sem perder o foco em torno das reivindicações consensuais do movimento sindical, que são a base para a intervenção da militância da INTERSINDICAL, vamos nos somar na construção de ações unitárias o mais amplo possível para que os trabalhadores, a juventude e a maioria do povo possam avançar mais, conquistando, finalmente, condições dignas de vida e trabalho, com o exercício da participação popular.

Viva as mobilizações que chacoalham as desigualdades brasileiras! 
Unidade de ação em torno às bandeiras e reivindicações populares!
Todos/as no Dia Nacional de Lutas, com greves e manifestações!

São Paulo, 27 de junho de 2013-06-28
INTERSINDICAL – Coordenação Nacional

http://www.intersindical.inf.br
segunda-feira, 1 de julho de 2013

NOSSA VITÓRIA VEM DAS RUAS....


A LIÇÃO VEM DAS RUAS, PARA FORTALECER A LUTA DOS ECETISTAS.

está chegando nossa campanha salarial e não temos dúvida, de que a empresa vai novamente usar o correio saúde como barganha pra empurrar goela abaixo um acordo rebaixado, e tentar retirar direitos históricos dos trabalhadores...
mas a lição já está sendo dada nas ruas, e preciso que todos nós ecetistas estamos nas ruas, com uma campanha unificada com outras categorias , como; bancários, petroleiros e outras categorias que terão campanhas salariais no segundo semestre, para isso é preciso derrotarmos aqueles que estão dividindo a categoria, e lutarmos unificados a nível nacional..
  E OS(AS) NOSSOS (AS) COMPANHEIROS(AS) ATENDENTES TEM UMA RESPONSABILIDADE MUITO GRANDE NESTA LUTA, QUE É ESTAR JUNTOS NA GREVE....
ATÉ A VITÓRIA NENHUM DIREITO A MENOS....
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