quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Paralisação nos Correios continua
Trabalhadores derrubaram acordo fechado na última 3ª. Greve já dura 23 dias
NA REUNIÃO em PE, proposta também foi rejeitada
A greve dos trabalhadores dos Correios continua, em todo o Brasil, até o julgamento do dissídio coletivo no Tribunal Superior do Trabalho (TST). O secretário-geral da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect), José Rivaldo da Silva, anunciou ontem que o acordo fechado na última terça-feira entre a federação e a estatal foi rejeitado por mais de 20 dos 35 sindicatos regionais. Com esse resultado, a greve, que já dura 23 dias, segue por tempo indeterminado.
Em Pernambuco, a proposta não foi aceita pelos trabalhadores. “A rejeição se deu principalmente pela ausência de abono dos dias parados e pela questão econômica. O que eles oferecem não corresponde ao que pedimos”, disse o secretário geral do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Correios e Telégrafos de Pernambuco (Sintect-PE), Halisson Tenório. De acordo com ele, haverá mais uma audiência de conciliação na próxima segunda-feira. “Aguardamos a continuidade das negociações”.
Na última terça-feira, a direção da empresa e a Fentect chegaram a um consenso para encerrar a greve. Porém, para acabar, a proposta precisaria ser aprovada por ao menos 18 dos 35 sindicatos da categoria no País. A proposta de consenso previa reposição da inflação de 6,87%, retroativo a agosto, e um reajuste linear de R$ 80 a partir de outubro.
Os 21 dias de greve, completados na terça-feira, seriam compensados. Em 15 deles, os trabalhadores atuariam aos sábados e domingos para colocar em dia o passivo de carga atrasada. Os outros seis, já descontados na folha de pagamento de setembro, seriam devolvidos imediatamente aos grevistas, mas haveria desconto a partir de janeiro, parcelado em até 12 meses. A categoria pede aumento linear de R$ 200, reajuste de 7,16% referente a perdas com inflação, entre outros. Em três semanas de paralisação, houve atraso na entrega de 147 milhões de cartas e encomendas. O plano da empresa era normalizar os serviços na próxima semana. A ECT contabilizou um prejuízo diário de R$ 20 milhões.
NA REUNIÃO em PE, proposta também foi rejeitada
A greve dos trabalhadores dos Correios continua, em todo o Brasil, até o julgamento do dissídio coletivo no Tribunal Superior do Trabalho (TST). O secretário-geral da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect), José Rivaldo da Silva, anunciou ontem que o acordo fechado na última terça-feira entre a federação e a estatal foi rejeitado por mais de 20 dos 35 sindicatos regionais. Com esse resultado, a greve, que já dura 23 dias, segue por tempo indeterminado.
Em Pernambuco, a proposta não foi aceita pelos trabalhadores. “A rejeição se deu principalmente pela ausência de abono dos dias parados e pela questão econômica. O que eles oferecem não corresponde ao que pedimos”, disse o secretário geral do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Correios e Telégrafos de Pernambuco (Sintect-PE), Halisson Tenório. De acordo com ele, haverá mais uma audiência de conciliação na próxima segunda-feira. “Aguardamos a continuidade das negociações”.
Na última terça-feira, a direção da empresa e a Fentect chegaram a um consenso para encerrar a greve. Porém, para acabar, a proposta precisaria ser aprovada por ao menos 18 dos 35 sindicatos da categoria no País. A proposta de consenso previa reposição da inflação de 6,87%, retroativo a agosto, e um reajuste linear de R$ 80 a partir de outubro.
Os 21 dias de greve, completados na terça-feira, seriam compensados. Em 15 deles, os trabalhadores atuariam aos sábados e domingos para colocar em dia o passivo de carga atrasada. Os outros seis, já descontados na folha de pagamento de setembro, seriam devolvidos imediatamente aos grevistas, mas haveria desconto a partir de janeiro, parcelado em até 12 meses. A categoria pede aumento linear de R$ 200, reajuste de 7,16% referente a perdas com inflação, entre outros. Em três semanas de paralisação, houve atraso na entrega de 147 milhões de cartas e encomendas. O plano da empresa era normalizar os serviços na próxima semana. A ECT contabilizou um prejuízo diário de R$ 20 milhões.
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