domingo, 2 de outubro de 2011

Casaldáliga estabelece a necessidade humana de comungar com a Terra, alertando para as divisões e exclusões que integram o quadro de um mundo condenado.


Malditas sejam
todas as cercas!
Malditas todas as
propriedades privadas
que nos privam
de viver e de amar!
Malditas sejam todas as leis,
amanhadas por umas poucas mãos
para ampararem cercas e bois
e fazer a Terra, escrava
e escravos os humanos!
Outra é a Terra nossa, homens, todos!
A humana Terra livre, irmãos!
(Terra nossa, liberdade. In: Águas do tempo)

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