sexta-feira, 1 de abril de 2011
Em reunião com o Planalto, CSP-Conlutas defende punição às empreiteiras
Atnágoras Lopes defendeu o cancelamento dos contratos do governo com as empreiteiras que desrespeitam a legislação trabalhista, e cobrou maior fiscalização das obras

• A CSP-Conlutas esteve na manhã desse dia 29 de março em uma reunião chamada pelo governo com as centrais sindicais e representantes das empreiteiras das obras do PAC, o Plano de Aceleração do Crescimento. A reunião, convocada pelo ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, teve como pauta as revoltas operárias que viraram de ponta cabeça alguns dos principais canteiros de obras do PAC.
As rebeliões operárias causaram comoção a partir das manifestações no canteiro da usina Jirau, em Rondônia. A revolta se espalhou e hoje 80 mil trabalhadores da construção civil de obras do PAC estão paralisados em todo o país. De forma geral, denunciam as condições subumanas que vigoram nos canteiros comandados por grandes empreiteiras.
“Na reunião com o governo, defendemos a punição severa das empreiteiras que superexploram os trabalhadores e descumprem a legislação trabalhista”, afirmou Atnágoras Lopes, dirigente da CSP-Conlutas, que esteve na reunião junto com Zé Maria. Atnágoras é também dirigente da Construção Civil de Belém. Participaram ainda da reunião, da parte dos trabalhadores, representantes da CUT, Força Sindical, CGTB, NCST e a CTB, além do Sindicato Nacional da Construção Pesada.
| Da redação |
• A CSP-Conlutas esteve na manhã desse dia 29 de março em uma reunião chamada pelo governo com as centrais sindicais e representantes das empreiteiras das obras do PAC, o Plano de Aceleração do Crescimento. A reunião, convocada pelo ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, teve como pauta as revoltas operárias que viraram de ponta cabeça alguns dos principais canteiros de obras do PAC.
As rebeliões operárias causaram comoção a partir das manifestações no canteiro da usina Jirau, em Rondônia. A revolta se espalhou e hoje 80 mil trabalhadores da construção civil de obras do PAC estão paralisados em todo o país. De forma geral, denunciam as condições subumanas que vigoram nos canteiros comandados por grandes empreiteiras.
“Na reunião com o governo, defendemos a punição severa das empreiteiras que superexploram os trabalhadores e descumprem a legislação trabalhista”, afirmou Atnágoras Lopes, dirigente da CSP-Conlutas, que esteve na reunião junto com Zé Maria. Atnágoras é também dirigente da Construção Civil de Belém. Participaram ainda da reunião, da parte dos trabalhadores, representantes da CUT, Força Sindical, CGTB, NCST e a CTB, além do Sindicato Nacional da Construção Pesada.
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