sexta-feira, 1 de junho de 2012
PRESIDENTE PATRICIA AMORIM ,NÃO PODE ACEITAR PRESSÃO DE TORCEDORES.
Ronaldinho Gaucho e Zinho treino Flamengo (Foto: Alexandre Vidal / Fla Imagem)
Ronaldinho abraça Zinho no treino do Flamengo
(Foto: Alexandre Vidal / Fla Imagem)


O  flamengo não é um time é uma nação, e a Patricia Amorim, recebeu a incumbência de preside esta nação. a contratação de  Ronaldinho Gaúcho, foi um marco desta administração, que tem trazido bons retornos para o clube, não podemos achar que somente a saída dele resolverá os problemas do clube. o time tem feitos gools, e tem falhado na zaga, foi assim com o empate contra o Internacional , onde o time saiu na frente, e sofreu os gols de empate,.
Como uma administração que tem dado certo, a Presidente não pode aceitar as pressões de fora do clube, tem que ouvir os torcedores, mas não pode ser pressionada a tomar  decisões por conta disso.


Que Clube Não Tem Problemas.?
todos os clubes brasileiros apresentam algum tipo de problemas com jogadores que são ídolos e o flamengo não é diferente, foi assim com Adriano, Vagner Love, Pet, e diversos outros, todo jogador tem uma má fase, e quando se tem salário em atraso esta situação se torna pior.


Qual trabalhador fica sem salário e trabalha como se estivesse tudo bem ?  
do:
"globoesporte.com"

Ronaldinho entrou na Justiça para cobrar do clube uma dívida de R$ 40.177.714,00 e conseguiu a tutela antecipada na 9ª Vara do Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro. A liminar concedida pelo juiz André Luiz Amorim Franco libera o jogador para assinar com outro clube.
A saída de R10 se dá pouco mais de uma semana depois de um dos episódios que resultaram no rompimento entre o jogador e o clube. No fim da tarde do dia 22 de maio, Assis, irmão e empresário do atacante, deixou mais uma vez evidente a conturbada relação. Ele foi à loja Fla Concept, da fornecedora de material esportivo doclube, e pegou camisas e outros produtos sem pagar, sob alegação de que o Flamengo não devia dinheiro ao irmão.
O vice de finanças Michel Levy foi acionado aos berros por Assis e autorizou que vendedores da loja liberassem 25 camisas oficiais, cota que seria destinada ao dirigente, que repassou para o empresário. A relação estava rachada de vez.



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